Por Frei Rinaldo, osm Em Igreja

Saúde e Fé: Febre Amarela

Queridos internautas

Deus os abençoe com toda sorte de bênçãos físicas e espirituais.

 

Febre Amarela

Hoje vamos falar sobre a Febre Amarela. Trata-se de uma doença infecciosa, febril. Tem duração de no máximo 10 dias e o principal agente transmissor é o mosquito. Há duas formas de transmissão que os especialistas chamam de “febre amarela silvestre” (mosquito do tipo Haemagogus) e o “febre amarela urbana” (mosquito do tipo Aedes Aegypti – o mesmo que transmite a dengue).

Os sintomas vão variar de acordo com a gravidade da situação. Mas geralmente a pessoa tem febre, dor de cabeça, náuseas, quadros de vômitos e calafrios, icterícia, dores pelo corpo e algumas hemorragias nos casos mais graves (nariz, estômago, gengivas, urina e intestino), diarreia e um mal-estar horrível.

Infelizmente ainda não existe um medicamento específico para combater o vírus da febre amarela. Há casos em que o paciente precisa de internação hospitalar, repouso e ingestão de muito líquido. Em algumas situações, mais graves, o paciente pode ir para a UTI Vale lembrar que a transmissão não é de pessoa para pessoa e sim apenas pela picado do mosquito. Os sintomas da doença são muitos parecidos com os da dengue e da malária, por isso os exames são laboratoriais (sangue).

O tratamento é feito a base de isolamento, repouso, hidratação, antitérmicos (para combater os quadros febris) desde que não contenham ácido acetilsalicílico. Nos casos mais graves, os tratamentos necessitam de diálise e transfusão de sangue. Há uma vacina eficaz de prevenção contra a febre amarela. Ela é válida por 10 anos e deve ser renovada depois disso.

Pessoas em áreas de risco da infecção (onde se tem muitos caos de dengue, por exemplo) devem ser vacinadas a partir dos seis meses de vida. A vacina é recomendada para pessoas que costumam viajar muito para florestas e cerrados. Nesses casos, a pessoa tem que ser vacinada pelo menos dez dias antes da viagem, dando chance para o organismo produzir os anticorpos.

As recomendações básicas são aquelas de sempre para qualquer caso de zonas de muitos mosquitos: roupas que cubram o corpo, uso frequente de repelentes, mosquiteiros para os quartos principalmente para as crianças, evitar recipientes com água parada. Os cuidados são os mesmos do combate à dengue. Uma boa notícia: uma vez recuperado, o paciente não apresenta sequelas.

Deus abençoe a todos 

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