Desde a Quarta-Feira de Cinzas, os católicos em todo o mundo iniciaram a Quaresma, uma caminhada ao lado de Jesus, onde somos formados na escola da fé e do amor, para que assim possamos compreender o plano de salvação que Deus realizou em nosso favor.
Leia MaisHomilia: "Precisamos ficar vigilantes para não cair em tentação" por Pe. Camilo JúniorE neste primeiro Domingo da Quaresma é revelado que Deus deseja que abandonemos o mundo do egoísmo e do pecado, para receber um mundo novo de vida plena e de felicidade sem fim que Ele quer oferecer a todos os seres humanos.
São Mateus e São Lucas narram de uma forma mais detalhada as tentações que Cristo sofreu, São Marcos apenas menciona seu acontecimento afirmando que elas aconteceram durante o período de quarenta dias no deserto.
A história de Israel mostra que o deserto é o lugar da provação, mas também o lugar privilegiado do encontro com Deus. Assim como Noé esperou por quarenta dias enquanto baixavam as águas do dilúvio (Gn 8,6-8); como Moisés passou quarenta dias dia no monte com Deus (Ex 34,28); como o povo eleito peregrinou quarenta anos para encontrar a terra prometida (Dt. 8,2-4); como Elias caminhou quarenta dias para chegar ao Horeb (1Rs 19,8), Jesus irá rezar e jejuar quarenta dias para iniciar sua missão.

No Evangelho deste domingo (18) Jesus nos mostra como a renúncia ao egoísmo e ao pecado e a aceitação ao caminho de santidade são a origem de um novo mundo que Deus quer oferecer a toda humanidade (o Reino de Deus). Para os que ouviram o chamado e aceitaram se tornar discípulos de Jesus, é exigido que busquem a conversão e acolham à Boa Nova (o Evangelho) que Ele mesmo propõe para cada um de nós.
Em sua missão, o Senhor Jesus quis entrar em cheio no jogo contra o mal, na batalha que se vence com Deus no campo das paixões e dos desejos. Cristo preferiu ser conduzido pelo Espírito Santo e não aceitou ser guiado pelas paixões e pelas tentações.
Padre Carlinhos Melo, da Arquidiocese de Aparecida, reflete o Evangelho deste primeiro domingo da Quaresma
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