O Papa Francisco aprovou, em reunião com o Cardeal Marcello Semeraro, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, a canonização do beato Artêmides Zatti, um leigo ítalo-argentino, professo da Sociedade de São Francisco de Sales e enfermeiro que dedicou a vida a cuidar dos doentes.
O Pontífice autorizou a promulgação do decreto referente a um milagre atribuído a Zatti. De acordo com relatos, seu milagre foi a cura de um filipino de Tanauan Batangas, acometido por um grave derrame isquêmico, agravado por hemorragia, cuja família não possuía recursos para custear o procedimento cirúrgico necessário.
Seu irmão, um coadjutor salesiano de Roma, pediu por sua recuperação por meio da intercessão do Beato Artêmides Zatti. Três dias após retornar para casa em vista da falta de condições para realizar a cirurgia, em 24 de agosto, o filipino retirou o tubo gástrico nasal, oxigênio e pediu para se alimentar.
A data da canonização será comunicada pelo Santo Padre durante um Consistório ordinário. Artêmides Zatti será o primeiro salesiano coadjutor a ser declarado santo.
Artêmides Zatti nasceu na Itália, mas mudou-se para a Argentina com sua família aos 16 anos. Ainda jovem, Zatti frequentou uma paróquia dirigida pelos salesianos de dom Bosco em Bahía Blanca. Aos 20 anos ingressou na candidatura para ser padre salesiano, e enquanto morava na comunidade salesiana, Zatti contraiu tuberculose depois de cuidar de um jovem padre com a doença.
Um padre sugeriu que Zatti rezasse por intercessão de Maria Auxiliadora, assim o fez. Zatti foi curado da tuberculose e contou sobre o ocorrido: "Eu acreditei, prometi, fui curado". Tempos depois, Zatti abandonou a ideia do sacerdócio e tornou-se coadjutor salesiano, um cargo leigo, e assim conciliou o tempo para poder dedicar-se ao serviço na área de saúde.
Em 1915, Zatti tornou-se diretor do hospital salesiano de Viedma, cidade do centro da Argentina. Posteriormente, se tornou o gerente da farmácia e recebeu sua permissão para trabalhar como enfermeiro. Em 1950, Zatti começou a apresentar sinais de câncer no fígado. Em 15 de março de 1951, aos 70 anos, morreu de doença.
Fonte: Acidigital, Vatican News
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