Por Padre Evaldo César de Souza, CSSR Em Santuários Atualizada em 09 JUL 2018 - 09H59

Santuário de Madre Paulina: um recanto de oração


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Um recanto no meio da mata, um local de oração, meditação e descanso. Ali, naquele pedaço de Santa Catarina, chamado Vígolo, um bairro da cidade de Nova Trento, viveu aquela que é considerada a primeira santa do Brasil, Madre Paulina.

O santuário ecológico tem sua história ligada à vida e a obra de caridade e oração que envolveu a jovem Amábile, cuja vocação foi sempre o cuidado com os mais sofredores. 

A história do Santuário de Madre Paulina está ligada com sua beatificação pelo então Papa João Paulo II (hoje santo da Igreja) em 1991. Desde então peregrinos começaram a visitar o lugar onde Madre Paulina tinha vivido e fundado a obra da Imaculada.

No começo os peregrinos eram recebidos de modo muito simples pelas irmãs que ali viviam, e que em noites frias, faziam elas mesmas um chá quente para aquecer os que chegavam para prestar homenagens a Santa Paulina naquele pedaço frio das terras catarinenses.

 

Tudo por ali respira a obra de Deus, encaixa-se perfeitamente com a belíssima paisagem do local e convida à oração.

Em 2002 nasce o sonho do Santuário. O fluxo de romeiros devotos havia aumentado bastante e as Irmãzinhas da Imaculada Conceição decidem pela construção do templo. As obras se iniciaram em 2003 e ao cabo de 926 dias foi entregue ao povo o novo Santuário, cuja proposta arquitetônica está em consoante relação com a natureza no entorno. Tudo por ali respira a obra de Deus, encaixa-se perfeitamente com a belíssima paisagem do local e convida à oração. Não há dúvidas de que o grande diferencial do Santuário de Madre Paulina é a proximidade com a natureza.

A igreja, que nos recorda como que mãos estendidas ao céu, ou ainda, uma grande tenda de reuniões, celebra o peregrino que vem buscar repouso e aconchego aos pés de Jesus e de sua Imaculada Mãe, na companhia de Madre Paulina.

A administração do Santuário é responsabilidade das Irmãzinhas da Imaculada Conceição (CIIC) e conta com apoio pastoral dos Padres da Congregação do Sagrado Coração de Jesus (SCJ).


 A memória de Madre Paulina é conservada pela manutenção dos espaços históricos onde viveu a nossa Santa. São eles: o monumento da Casa Paterna, a Capela de Nossa Senhora de Lourdes, a réplica do Casebre, onde Amábile e Virgínia cuidaram da cancerosa, a capela das Irmãs, o monumento da Colina, que mostra Santa Paulina com a mão direita dando a bênção e na esquerda segurando a enxada entre tantos outros cantinhos de paz e repouso.

A melhor época para visitar o Santuário são os meses de agosto a março, onde a natureza é mais exuberante. O período mais frio é também acolhedor para aqueles que gostam do friozinho catarinense. Hoje em dia mais de 800 mil visitantes anuais passam pelo Santuário de Madre Paulina, vindos de mais de 400 destinos diferentes.

Ali, além das missas diárias, confissões e aconselhamentos, o peregrino encontra uma estrutura acolhedora, com restaurantes, lojas e sanitários, enfim, toda comodidade para passar bem um dia de preces em meio à natureza. Conheça o Santuário de Madre Paulina visitando o site www.santuariosantapaulina.org.br

Conheça mais sobre o Santuário de Madre Paulina no vídeo:


 

 

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