Por Ir. Gilberto Cunha Em Artigos

Na dor e na alegria sempre está Maria

Tema da Festa da Padroeira

“A Igreja tem necessidade de um olhar solidário para contemplar, comover-se e parar diante do outro, tantas vezes quantas forem necessárias” (Papa Francisco)

Vimos nesses dias especiais que esse olhar solidário é o da Mãe Aparecida. A Padroeira do Brasil que mais uma vez no dia de sua festa lembra a todos os seus filhos que em meio à dor e às fadigas da vida podemos contar com uma Mãe amorosa, que sempre nos ampara.

Milhares de devotos que estiveram na casa da Mãe destes dias santos certamente experimentaram essa presença maternal e seguramente encontraram ajuda e consolo.

Durante a Novena vimos como a Mãe apoia aqueles que querem promover com justiça a dignidade e a vida humana, como Ela cuida e socorre os oprimidos, aflitos e os excluídos, como Nossa Senhora Aparecida se compadece de todas as dores que os seus filhos experimentam.

 

Todos aqueles que participaram com fervor e devoção destes dias de festa, certamente puderam experimentar uma especial de emoção e graças abundantes.

Ela se compadece da humanidade porque Ela experimentou a em sua vida a dor e segue experimentando, pois cada vez que fazem algo com um de seus filhos o coração doloroso da Virgem é transpassado.

A Mãe nestes dias também nos ensinou como deve ser a nossa atitude diante destes momentos difíceis: manter-se fiel a Deus e ao Evangelho do seu Filho, fortalecido pela esperança.

Muitas vezes o mar de nossa vida se agita e pensamos que vamos nos afogar. Mas no barco, está Jesus que é o nosso capitão, e está a estrela que é Maria. Eles são como bússolas que nos ajudam a nunca perder o horizonte e nos conduzem novamente ao rumo certo por águas tranquilas.

Por isso viemos aqui “bater a porta da Casa da Mãe”, como no ano passado nos falou o Papa Francisco em sua visita ao Santuário, pois temos a certeza de que seremos atendidos. Ela sempre quer o melhor para os seus filhos.

Todos aqueles que participaram com fervor e devoção destes dias de festa, seja presente no Santuário, seja através dos meios de comunicação ou rezando em casa a Novena, certamente puderam experimentar uma especial de emoção e graças abundantes. Ninguém que bate à porta da Mãe fica sem resposta.

Uma pena que hoje estamos terminando estes momentos especiais de manifestação de amor e carinho à Mãe. Mas a vida continua e fica o desafio de termos esse amor e fervor ao longo do ano.

Importante também lembrar que ao contemplarmos Maria como a Mãe solidária com a nossa dor e à do irmão eu também sou convidado a fazer o mesmo. Se ao terminar essa festa eu não saio com a resolução de ser mais solidário com a dor do meu irmão, fazendo gestos concretos, tudo não passará de um mero sentimentalismo, que não levou à conversão do coração. Não digo que seja fácil, mas com Jesus e Maria tudo é possível.

Lembremos que em meio às dores que passamos as alegrias são muito maiores. Só em pensar no amor incondicional de Deus por nós e no quanto Maria nos ama, o nosso coração deveria transbordar de alegria. O cristão é convidado a enfrentar os momentos de dor com a alegria do Evangelho e comunicá-la aos demais, como insistentemente nos tem convidado o Papa Francisco.

Que a Mãe Aparecida seja sempre o nosso consolo e alegria, no ajudando a superar a dor com o olhar posto no seu Filho.

Viva a Mãe Aparecida!

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