A arca de Noé
O Senhor disse a Noé: “Entra na arca, tu e toda a tua família, porque és o único justo que vejo diante de mim no meio desta geração” (Gn 7,1).
A arca de Noé é um ponto de vida em meio ao dilúvio. As águas que submergiram praticamente toda a criação na morte, não a destruíram, pois Deus salvou a criação através da arca, Ele é o Senhor da vida.
Saída da arca
“Deus lembrou-se então de Noé e de todas as feras e de todos os animais domésticos que estavam com ele na arca; Deus fez passar um vento sobre a terra, e as águas baixaram” (Gn 8,1).
A arca parece ter saído de uma onda de luz, e agora, em terra firme, se abre para a saída dos homens e dos animais em direção a uma nova vida. Assim como na cena da criação Adão e Eva vão um em direção ao outro e se encontram em Deus. É a imagem da aliança tendo o arco na nuvem como sinal.
A Torre de Babel e o Encontro em Mambré
As representações da Torre de Babel e do encontro de Abraão com os três homens em Mambré convidam à reflexão sobre o individualismo humano e a verdadeira comunhão com Deus revelada na Santíssima Trindade.
O Dilúvio Universal e Noé planta a vinha
O texto relaciona o Dilúvio como purificação da humanidade com o recomeço simbolizado por Noé e a vinha, apontando para a nova aliança em Cristo.
Maldita seja a terra por tua causa (Gn 3,17-19.23-24)
Após o pecado, o ser humano passa a viver sob o peso do sofrimento, do trabalho e da morte, afastado do Paraíso, mas com a esperança de redenção aberta pelo sacrifício de Cristo.
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