O Dilúvio Universal
Deus deixa que as águas, que havia separado, se unam novamente, pois viu que a maldade do homem era grande sobre a terra, e que era continuamente mau todo desígnio de seu coração (cf. Gn 6,5-6). O homem foi submerso pelas águas porque não era mais capaz de ver além da própria vontade envenenada pelo mal.
Noé planta a vinha
Depois do dilúvio universal Noé, que era agricultor, começou a plantar a vinha. Nasce de novo a relação entre Deus, o homem e a terra, vivida no amor. A vinha e o cálice que envolvem a cena nos fazem lembrar das bodas de Caná da Galileia (Jo 2), o princípio dos sinais de Cristo que anuncia, na última ceia, que o seu sangue será o cálice da nova aliança (Mt 26,26-29), (Mc 14,22-25), (Lc 22,19-20).
Sai da tua terra / O sacrifício de Isaac
Contemple mais duas passagens presentes na Fachada Leste do Santuário Nacional. As passagens a seguir são "Sai da tua terra" e "O sacrifício de Isaac".
A arca de Noé e Saída da arca
O texto apresenta a arca de Noé como símbolo da salvação, da fidelidade de Deus e da renovação da vida por meio da aliança após o dilúvio.
A Torre de Babel e o Encontro em Mambré
As representações da Torre de Babel e do encontro de Abraão com os três homens em Mambré convidam à reflexão sobre o individualismo humano e a verdadeira comunhão com Deus revelada na Santíssima Trindade.
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