Filho de Hilda Morais e de Gregório Brandes, Dom Orlando nasceu em Urubici-SC, no dia 13 de abril de 1946. Ingressou no Seminário de Lages-SC com 12 anos. Em 1965, iniciou o curso de Filosofia em Curitiba-PR. Estudou em Roma até 1973. Primeiro na Universidade Gregoriana e, depois, na Academia Alfonsiana, onde especializou-se em Teologia Moral.
Foi ordenado presbítero no dia 06 de julho de 1974, na Diocese de Francisco Beltrão-PR. Em Florianópolis-SC trabalhou 20 anos na formação dos seminaristas. Sua atuação pastoral sempre foi marcada pela animação e organização dos grupos bíblicos de reflexão.
No dia 09 de março de 1994 foi nomeado Bispo de Joinville-SC. Seu lema episcopal lembra que Somos Operários de Deus (1Cor 3,9). Sua ordenação episcopal aconteceu no dia 05 de junho do mesmo ano, na Catedral de Joinville-SC. No dia 10 de maio de 2006 tornou-se Arcebispo de Londrina-PR. Em novembro de 2016 foi nomeado Arcebispo de Aparecida-SP, onde tomou posse no dia 21 de janeiro de 2017.
Exerceu por 9 meses seu ministério em Limeira-SP, sendo Bispo daquela Diocese. Ocupou várias funções na CNBB. É referência na pregação eloquente da Palavra, conforme aprendemos dele: Bíblia na mão, no coração e pé na missão.
A missão de Dom Orlando junto aos devotos de Nossa Senhora
Como Arcebispo de Aparecida, poderíamos descrever inúmeras características do episcopado de Dom Orlando. Nesta história de dedicação e serviço ao Povo de Deus, três aspectos do seu trabalho me parecem fundamentais. O primeiro deles faz pensar no amor que Dom Orlando sempre manifestou pela Sagrada Escritura.
Desde quando chegou a Aparecida, empenhou-se na realização da Jornada Bíblica. Sua grande herança é o monumental revestimento das fachadas do Santuário, este belíssimo projeto pastoral que transformou a Casa da Mãe Aparecida na maior Bíblia a céu aberto do mundo. O sonho de Dom Orlando sempre foi aproximar da Bíblia o devoto de Nossa Senhora.
O segundo aspecto do episcopado de Dom Orlando junto aos devotos da Mãe Aparecida foi sua esperança durante a pandemia da Covid 19. Com amor de pai ele nos liderou com serenidade e fé, insistindo para que o Santuário Nacional anunciasse a esperança cristã e o consolo de Deus diante de tantas incertezas, medos e dificuldades.
Dom Orlando é o Arcebispo da Jornada Bíblica, é o Arcebispo da Esperança em tempos de pandemia mas, sobretudo, ele é o pastor que soube conquistar o coração do devoto de Nossa Senhora. Sua simplicidade de vida, sua comunicação forte e compreensível e seu amor pela Mãe Aparecida sempre tocaram nossos corações.
Na comemoração dos seus 80 anos de vida, nunca é demais lembrar que Dom Orlando Brandes é um presente para todos nós, redentoristas. Temos honra e orgulho de trabalhar com ele. Aprendi com Dom Orlando a trabalhar mais, aprendi a me aproximar da Sagrada Escritura com maior frequência, aprendi a ser mais simples, aprendi a amar o povo que vem visitar Nossa Senhora e seu Santuário. Aprendemos muitas lições com Dom Orlando, que sempre nos incentiva a frequentar a escola de Maria. Somos agradecidos ao Santíssimo Redentor pela vida e missão deste operário de Deus, que teve sua renúncia ao governo pastoral de Aparecida aceita pelo Papa Leão XIV no início de março.
Seja bem-vindo, Dom Mário Antonio!
Com muita alegria e simplicidade, acolhemos Dom Mário Antonio da Silva, nomeado pelo Santo Padre como sexto arcebispo de Aparecida. Ele estudou com os Redentoristas em Roma, na Academia Alfonsiana, onde fez seu mestrado em Teologia Moral. Seu trabalho como presidente da Cáritas Brasileira demonstra seu amor aos pobres e aos pequenos, os queridos de Deus.
O lema episcopal de Dom Mário – testemunhar e servir – traz palavras que nos fazem lembrar que professamos a fé em Jesus Cristo e o serviço missionário como uma vocação. Em comunhão com ele, queremos ser Família dos Devotos, acolhendo e evangelizando.
Dom Mário, seja bem-vindo entre nós! Junto à Padroeira do Brasil rezamos para que seu trabalho em Aparecida seja fecundo e alegre!
Com muita alegria e simplicidade, acolhemos Dom Mário Antonio da Silva, nomeado pelo Santo Padre como sexto arcebispo de Aparecida
O Santuário como lugar de conversão e de caridade
A Casa da Mãe Aparecida e o Santuário Nacional são apresentados como lugares de conversão, reconciliação e caridade, especialmente no tempo da Quaresma, acolhendo milhões de peregrinos em busca de perdão e renovação espiritual.
Com a fé de Maria, rezamos pela família
Inscreva-se na 18ª Romaria Nacional do Terço dos Homens, de 6 a 8 de fevereiro, e viva a fé em família com Maria, em Aparecida.
Santuários Marianos como sinais de Esperança
Santuários Marianos são sinais de esperança, fé e encontro com o sagrado, acolhendo peregrinos e inspirando a vida cristã todos os dias.
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