Revista de Aparecida

O Amor materno é o belo Amor

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Escrito por Ir. Alan Patrick Zuccherato, C.Ss.R.

30 ABR 2026 - 07H00

Thiago Leon

Estamos no mês de Maio, mês de Maria, mês das mães, no dia 13 a Igreja celebra Nossa Senhora de Fátima. Ela é a Mãe que aconselha a oração, a conversão, a reparação e a paz. Ela ensina que as armas da paz são o perdão, o amor, o terço, a Eucaristia. A mão materna de Maria desviou aquela bala mortífera que poderia ter matado o Papa São João Paulo II, no dia 13 de maio de 1981. Ele mesmo levou a Fátima aquele projétil e o colocou na coroa de Nossa Senhora. Ter Maria por mãe é uma grande graça.

Santo Afonso Maria de Ligório, no seu livro - As Glórias de Maria, afirma que: “depois do nome de Jesus, nenhum outro há no qual resida socorro e salvação para os homens, como no excelso nome de Maria”. Também diz que: “uma coisa seria afirmar que Deus não podia salvar o mundo sem Maria e, outra, muito diferente, que Deus não quis realizar o plano de nossa Salvação sem a participação da mulher que Ele escolheu para ser a Mãe do Redentor. E, ainda recorda:o verdadeiro devoto de Maria, jamais se perde.

Em Aparecida temos uma profunda mensagem bem clara e recado de Deus, que brota da própria imagem e do contexto histórico em que ela apareceu no rio Paraíba. A Providência divina se manifestou e, por isso, Aparecida tanto atrai. É a Virgem Maria, Aparecida de nossa história e de nosso coração. Daquelas redes, Nossa Senhora passou para o coração de milhares de seus filhos e devotos, espalhando inúmeros benefícios e graças, conforme rezamos na Consagração a Nossa Senhora diariamente.

Agradeçamos ao Pai o olhar carinhoso de Maria, o colo materno de Maria, o coração sensível de Maria, o manto protetor de Maria. Nela o amor materno alcançou sua mais alta expressão.

Tenhamos esperança na intercessão de Maria, sejamos seus devotos e recorramos a Ela, especialmente quando nossa vida dá sinais de cansaço no amor e ameaça ir para o desânimo. Rezemos com aquela feliz inspiração de São Bernardo de Claraval, que a chamava Estrela do Mar - “olha para a Estrela, invoca Maria”, porque Ela é sempre a Mãe de Deus e nossa!

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