Por André Somensari Em Notícias Atualizada em 07 AGO 2019 - 09H56

Aprendizagem profissional é porta de entrada para o mercado de trabalho

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Em nosso país, segundo Constituição Federal, em seu artigo 7º, inciso XXXIII, "é proibido o trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos menores de 18 anos de idade e qualquer trabalho aos menores de 16 anos, exceto na condição de aprendiz, a partir de 14 anos de idade".

Leia MaisConheça as Obras sociais do Santuário NacionalAtualmente, os jovens, quando desejam entrar no mercado de trabalho, deparam-se com a barreira de que a maioria das vagas de emprego ofertadas exige experiência. Como eles terão oportunidades de entrar no mercado e ocuparem essas vagas, se não são dadas a eles a primeira oportunidade? Pensando nisso, diversas empresas em todo o Brasil destinam parte de seus postos de trabalho para menores aprendizes.

Essa iniciativa é garantida pela lei federal nº 10.097/2000, que estabelece que negócios médios e grandes precisam empregar entre 5 e 15% do total de funcionários na modalidade de Menor Aprendiz. O objetivo dessa lei é promover o aprendizado e a capacitação profissional de jovens em período escolar; por isso é necessário que os jovens estejam cursando a escola regularmente e estejam vinculados a alguma instituição técnico-profissionalizante que tenha convênio com as empresas.

O Santuário Nacional de Aparecida tem o projeto "Casa do Pequeno", mantido pela doação dos participantes da Família Campanha dos Devotos, muito bem-sucedido, que oferece cursos profissionalizantes na área de informática, comunicação, panificação, entre outros, capacitando os jovens da região para o mercado de trabalho. Ao concluírem sua aprendizagem, o próprio Santuário Nacional contrata esses jovens, dando-lhes o tão sonhado primeiro emprego, a primeira oportunidade.

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“A Casa do Pequeno tem um projeto muito interessante, que, voltado para a formação profissional, trabalha com os adolescentes a partir de 14 anos. Seu objetivo é formá-los profissionalmente, orientando-os sobre como fazer e como falar em uma entrevista de emprego, como se comportar, como se vestir, entre outras orientações. Costumamos falar para eles que não é somente uma formação para o mercado de trabalho, é uma formação para a vida”, afirma Marcelina Ferraz, fonoaudióloga da Casa do Pequeno.

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Além das oficinas e dos cursos profissionalizantes para os jovens, o projeto também oferece a seus usuários: psicólogo, fonoaudiólogo, assistente social, nutricionista, além dos instrutores capacitados para acolher, trabalhar e desenvolver as aptidões desses jovens.

Há quase 30 anos, o projeto social vem desenvolvendo seu trabalho com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, com o propósito de apresentar-lhes uma nova realidade social e inseri-los nela. A partir dos programas, projetos e das ações realizadas, busca-se intervir na vida não apenas do usuário, mas também de sua família, permitindo que estes tenham um desenvolvimento pessoal e social, auxiliando-os no crescimento de sua autonomia, bem como em sua formação cidadã.

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