Por Pe. Leandro Luís Em Crescendo na Fé Atualizada em 18 JUL 2019 - 12H51

Jovem também precisa ser dizimista?

A Igreja Católica orienta a todos os fiéis que receberam o batismo que sejam dizimistas, ajudando na obra evangelizadora e na manutenção da comunidade. Diante disso, certamente, a juventude se mistura com Dízimo.

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O jovem é também fiel, pessoa de Deus e é responsável e comprometido com a evangelização. Não combina com o jovem o orgulho, o egoísmo, a maldade e o acúmulo de bens. Se ele, desde cedo, se torna dizimista, pode usufruir mais e melhor da bondade de Deus realizada dentro da comunidade da qual ele participa.

Lembro que dízimo é um gesto da pessoa, seja ela criança, adulta ou jovem. Ele provoca em todos a comunhão com o Criador, aguça a espiritualidade, promove a gratidão e permite a conversão. Esta é a dimensão religiosa do dízimo.

Com o dízimo, o fiel vivencia a sua participação da comunidade, sente-se membro atuante do povo de Deus, participa do Corpo de Cristo, evita o isolamento e cultiva o envolvimento com o próximo. Lembro ainda que nunca o dízimo é dado ao padre ou ao bispo. O Dízimo é dado a Deus para que a comunidade compartilhe o que Deus nos dá.

Assim o dízimo mantém a paróquia, a catequese, a secretaria paroquial, as comunidades da paróquia, os materiais de evangelização, o som da capela, as hóstias, o vinho, a luz e a água, a compra de terrenos para novas comunidades, a casa paroquial, a restauração e preservação dos bens, a manutenção da cúria, dos seminários onde estudam os futuros padres, etc. Esta é a dimensão eclesial do dízimo.

Além do mais, ser dizimista possibilita a todos os fieis ajudarem as comunidades carentes e pobres espalhadas pelo Brasil e pelo mundo que não conseguem se manter. Ajuda a Igreja a formar padres, religiosos e leigos missionários para trabalhar nesses locais mais necessitados. Ajuda a construir salões e capelas onde não há recursos suficientes, ajuda a manter os vários projetos sociais, etc. Esta é a dimensão missionária do dízimo.

Por fim, o Dízimo é um ato de amor, ou seja, expressa a caridade que é Deus e que somos chamados a ter e fazer com os mais carentes da nossa paróquia. Ajudar os pobres, moradores de rua, órfãos, são prova de caridade da comunidade que destina o dízimo a estas pessoas.

Acredito que todo jovem é religioso, participa da comunidade, é missionário e promove a caridade. Por isso, certamente, jovem e dízimo se misturam.

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Escrito por
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Pe. Leandro Luís

Padre na Arquidiocese de Pouso Alegre

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