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Dia Mundial da Fotografia: um modo de ver o mundo

Escrito por Geysel Rodrigues

15 AGO 2022 - 14H40 (Atualizada em 19 AGO 2022 - 08H03)

Geysel Rodrigues

No dia 19 de agosto comemora-se o Dia Internacional da Fotografia. Neste artigo, relembramos o profissional que é responsável por registrar e eternizar momentos importantes e significativos das nossas vidas e até mesmo, da nossa sociedade. Note, por exemplo, a quantidade de fotografias que marcaram momentos históricos do nosso País. Você mesmo, na sua comunidade ou na sua família, deve ter guardadas diversas imagens de momentos importantes diferentes épocas.

Antigamente - talvez você não tenha nem conhecido essa época - as fotos eram registradas em filmes e depois eram ‘reveladas’, um processo bem lento diante da instantaneidade que temos hoje em dia, com celulares e câmeras digitais. Cada rolo de filme nos limitava a meras 36 fotografias no máximo, além de não sabermos na hora como tinha ficado o resultado dos nossos cliques - para os mais inexperientes, era comum ‘queimar filmes’ (expressão usada quando se perdia um filme com uma foto que não ficou legal), afirma Thiago Leon, o fotógrafo oficial da Casa da Mãe Aparecida.

Thiago é fotógrafo há mais de vinte anos, quase uma década só no Santuário Nacional - ele já fotografou momentos importantíssimos, como as visitas do Papa Francisco e do Papa Emérito Bento XVI ao Brasil, este último quando ainda trabalhava como repórter para um jornal. Ele diz que fotografia é, muito além de trabalhar com equipamentos de ponta, ser ou não ‘profissional', ter olhar. “A maioria das fotos do meu Instagram foram feitas com celular”, afirma Leon, que diz que os melhores momentos para se fotografar é quando saímos caminhando sem compromisso, quando temos a oportunidade de observar o que acontece a nossa volta com mais calma.

Com duas décadas de experiência, Thiago destaca que ao fotografar na Casa da Mãe, em meio ao óbvio, é sempre possível captar detalhes, nas expressões das pessoas, nos pormenores da grandiosa arquitetura do Santuário ou mesmo no jogo de luzes e sombras da Capela das Velas. Outra afirmação do profissional é o valor que era dado a uma foto nos tempos do filme e nos dias de hoje. Quando éramos limitados a 36 fotos, cada clique era pensado e planejado - a perda de um clique significava perda de dinheiro e muito tempo, além da oportunidade de fazer o registro.


Hoje, com nossos celulares e Câmeras podemos registrar milhares de imagens. Quantas fotos repetidas, de um mesmo acontecimento você tem salvas na galeria do seu celular? Temos a nossa disposição a tecnologia, com equipamentos cada vez mais poderosos, mas vale pensarmos como antigamente, valorizar mais cada clique que fazemos, registrando o que de fato importa.

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