Por Laura Galvão Em Notícias Atualizada em 21 AGO 2019 - 11H12

Jovem atropelado por moto testemunha recuperação por intercessão de Nossa Senhora

Hoje a gente quer compartilhar com você essa história linda que recebemos do Fabrício Misturini, de Chapecó (SC), sobre como ele se recuperou de um acidente por meio da intercessão de Nossa Senhora.

missão Jesus no oeste
missão Jesus no oeste
Fabrício Misturini (segundo da esquerda pra direita) participando da Missão Jesus no Oeste na diocese de Chapecó (SC)


Em 13 de fevereiro de 2004, eu estava
voltando da Santa Missa do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Fraiburgo (SC). Enquanto terminava de atravessar rodovia, já no acostamento, fui atropelado por um motoqueiro que, depois de me atingir, fugiu sem deixar qualquer rastro. Com a queda, eu fraturei a fíbula e a tíbia (ossos que ligam a perna ao tornozelo) da perna direita.

Eu estava bem próximo ao hospital e, por isso, logo fui socorrido e levado pra lá imediatamente. Passei cinco dias internado, até que tivesse condições de ser engessado. Dois meses e meio depois, quando retirei o gesso, meu joelho estava atrofiado e minha perna não dobrava. Passei 21 dias de cama, com muita dor. Nesse tempo, rezava muito com minha família e minha comunidade.

Chegando o mês de maio, era época da Romaria de Nossa Senhora de Fátima, na qual nunca havia faltado antes, mas minha perna continuava imóvel. E exatamente na sexta-feira, antes do domingo da Romaria, minha perna milagrosamente começou a dobrar aos poucos e, com a ajuda de muletas, eu pude participar do evento.

Fiquei nessa condição até o mês de setembro, em que já se aproximava outra romaria, agora a de Nossa Senhora Aparecida. Justamente, próximo à data da romaria, comecei a caminhar com uma bengala e fui melhorando, até que voltei a caminhar.

Ainda assim, eu ainda estava refém do aparelho ortopédico (usei até 2016). Minha perna já estava em mau estado, cheia de feridas. Aí, no dia da Divina Misericórdia, eu pedi muito a minha cura. Passados alguns dias, aquelas feridas estouraram e toda a infecção, que já estava virando necrose, saiu. Depois disso, foi cicatrizando e eu comecei a caminhar sem o aparelho ortopédico, e assim continuo até hoje.

Nesse período, eu também recebi outra graça. Comecei a ter crises convulsivas. Tive uma vez na rua, na igreja e também na escola. Faço o acompanhamento médico e sigo tomando os remédios direitinho. Mas graças a Deus e a Nossa Senhora, desde 2011, nunca mais tive convulsões. Estes foram dois dos vários momentos em que Nossa Senhora e nosso bom Deus me livraram das sombras da morte.

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