Para ser bom em resolver conflitos, é preciso ter uma postura de respeito muito grande para com o outro, é mostrar que é necessário direcioná-los e chegar em um denominador comum, sem prejuízo.
“Quando duas pessoas estão em combate em alguma situação, normalmente a nossa postura é desrespeitosa. Para resolver bem os conflitos a gente precisa adotar essa postura de respeito”, afirma Juliana Albuquerque.
Todos nós temos mapas da realidade e são baseados nas histórias pessoais de cada um, ou seja, nas experiências, no nível intelectual, naquilo que estudamos, aquilo que trabalhamos, nas crenças e religião. Tudo isso vai formando os nossos filtros de realidade e vai gerar diferença. “Cada pessoa tem o seu próprio mapa da realidade, e quando acho que só o meu mapa está certo, é um campo propício para tudo dar errado e gerar conflito”, explica Juliana.
A colunista do quadro “Seu Emprego” explora quatro pontos que do livro, pois o autor fala sobre essa postura tão importante para viver e se relacionar bem com as pessoas e resolver os conflitos:
Limpe a mente e escute como o seu colega está se sentindo, se ele possui alguma necessidade que não foi atendida ou se está com alguma postura mais agressiva.
Se a outra parte estiver muito alterada, a melhor coisa a se fazer é recuar. Isso demonstra grandeza.
Há um impacto bem grandioso ao ser dito “eu sinto muito”. Utilize em momentos de conflito!
Para que você ouça a razão do outro, é preciso abrir mão das próprias razões e fazer as concessões necessárias para chegar numa decisão comum.
Aprenda um pouco mais sobre conflitos com o quadro "Seu Emprego":
:: Aprenda mais sobre como se comportar no emprego aqui!
Sexta-feira Santa: um convite à oração profunda
Na Sexta-feira Santa, somos chamados ao silêncio, à oração e à contemplação da Cruz, onde Jesus Cristo manifesta o amor de Deus ao entregar sua vida por nós.
N30 Especial: "As dores de Cristo são as dores do mundo"
Somos convidados a reconhecer, à luz da cruz de Cristo, as dores do mundo de hoje e a transformar essa contemplação em compromisso com a vida.
Como viver a Páscoa de forma verdadeira?
Um convite ao silêncio, à reflexão e ao recomeço, conduzido com sensibilidade e fé pelo Padre Carlinhos, cuja presença acolhe e toca profundamente o coração.
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