Faltando 8 meses para as eleições, a Justiça Eleitoral tem um grande desafio de tentar conter a divulgação de notícias falsas. Recentemente o Tribunal Superior Eleitoral formalizou um acordo com as redes sociais para combater a desinformação.
O acordo prevê que as plataformas digitais devem criar filtros para identificar a informação falsa e retirar o conteúdo que violar as regras. Também são desenvolvidas medidas para levar informações oficiais sobre o processo eleitoral aos usuários. O cientista político e presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB de Taubaté (SP) Marcos Limão ressalta que o acordo é positivo para combater a desinformação.
O Telegram ficou de fora do acordo. Segundo o cientista político, a atitude da empresa que não tem representante legal no Brasil pode prejudicar o trabalho de combate à informações falsas. Ele diz ainda que o Brasil não está preparado para frear a disseminação de informações falsas nas eleições.
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