Por Rádio Aparecida Em Notícias Atualizada em 14 MAI 2020 - 15H25

Ações da Igreja Católica tentam evitar que Brasil volte ao Mapa da Fome

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Com a pandemia de coronavírus e os impactos na economia, o Brasil pode voltar ao Mapa da Fome. É o que revelam estudos da Organização das Nações Unidas (ONU). Diante dessa situação, a Igreja tem papel fundamental para que muitas famílias tenham acesso a alimentação diária e não passem fome. São ações movidas pela fé e pelo amor humano, como explica o Padre Patriky Samuel Batista, coordenador executivo das campanhas da CNBB.

Padre Patrik ressalta ainda a ação "É tempo de cuidar", em parceria com a Cáritas Brasileira, inspirada na Campanha da Fraternidade com o tema "Viu, sentiu compaixão e cuidou dele" (Lc 10, 33-34), baseado na parábola do bom samaritano. É uma campanha de arrecadação de alimentos e produtos de higiene e também de apoio emocional.

 Brasil pode voltar a integrar o Mapa da Fome

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A pandemia do novo coronavírus já apresenta diversas preocupações econômicas e, entre elas, a possibilidade de o Brasil voltar a integrar o Mapa da Fome.

O País deixou de aparecer no estudo em 2014, mas Daniel Balaban, chefe do escritório brasileiro do Programa Mundial de Alimentos (WFP, na sigla em inglês), a maior agência humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU), prevê que a pandemia pode levar cerca de 130 milhões de pessoas no mundo para a extrema pobreza e dobrar o número de habitantes com fome crônica – aquelas que não têm alimentos suficientes no final do dia.

Ele revelou qual era a situação do Brasil com relação à fome e à insegurança alimentar antes dessa pandemia e a atual situação com relação à fome.

Daniel Balaban aponta ainda algumas soluções que poderiam ser implementadas pelos governos para frear o avanço da fome e da insegurança alimentar no Brasil.

No cenário global, Brasil supera França em números de infectados e é o sexto no mundo

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De acordo com um levantamento feito pela universidade americana Johns Hopkins, o Brasil ultrapassou a Alemanha e França no número de infecções pelo novo coronavírus e se tornou o 6° país do mundo com mais casos.

Analisando essa situação, o infectologista do hospital Emílio Ribas de São Paulo, Dr Jean Gorenstain, responde:

- Podemos ter uma curva ascendente caso continuemos como estamos?

- É possível frear o aumento da doença?


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