Por Rádio Aparecida Em Notícias Atualizada em 08 ABR 2019 - 09H46

Jornalistas da Rádio Aparecida contam suas inspirações na profissão

7 de abril é dia do jornalista. Conheça nossa equipe:

Taiana Moura/A12
Taiana Moura/A12


7 de abril é dia do jornalista e a maneira melhor de comemorar a data é conversando com os jornalistas da Rádio Aparecida. Alguns há algum tempo na casa, outros chegando recentemente, todos tem amor pela profissão e buscam fazer o trabalho de forma digna e imparcial tendo como influência comunicadores consagrados. Conheça a história dos colaboradores que levam informação pelas ondas da Rádio Aparecida:




“O jornalismo despertou para mim
desde que eu era bem criança,
pois meu pai, carinhosamente chamado de Seu Biro,
tinha um amigo radialista, Flávio,
que dizia: “Essa menina ela tem voz de locutora.
Você precisa investir nela, porque vai ser
uma grande radialista”.
No jornalismo, a grande pessoa que me inspira 
é a jornalista Sandra Annenberg”.

Ana Néri, jornalista





“Adoro me comunicar, gosto de contar histórias
e relatar acontecimentos.
Quem me inspirou foram várias pessoas: primeiramente os meus pais,
que 
sempre me apoiaram para área de comunicação 
e também um dos professores durante o curso,
o jornalista Alberto Dines, que fez do jornalismo algo contemporâneo. 
Ele foi um jornalista que julgo completo
e que conseguiu fazer com que aflorasse na minha pessoa
essa paixão pela comunicação e pelo jornalismo”.

André Costa, editor de jornalismo





“Me identifico muito com a profissão de jornalista.
Gosto de me comunicar, de reportar informações
do dia a dia para as pessoas, 
de conhecer histórias,
de buscar entender de vários assuntos
para poder informar e, assim, mudar a vida das pessoas.
Tenho duas inspirações no jornalismo,
duas jornalistas mulheres:
Júlia Duailibi que trabalha com jornalismo
político e econômico em Brasília,
uma área que eu gosto bastante ,
e a jornalista Joyce Ribeiro, que 
como âncora de jornal, sabe como conduzir 
com suas análises e tudo que ela instiga a pensar”.

Carolina Barros, jornalista





“Desde criança eu sempre gostei muito da área de comunicação, 
vi no jornalismo algo que eu me identificava mais do que outras áreas.
Gosto bastante de me comunicar, de falar bastante, 
de brincar com as pessoas e de escrever, 
e de sempre estar informado, aprender um pouco mais.
Quem me inspira bastante principalmente depois que eu comecei no rádio, 
em 2014, é o jornalista que a gente perdeu recentemente, Ricardo Boechat,
ele sabia fazer muito bem comentários coerentes e concisos 
a respeito de qualquer assunto, 
aplaudindo e acusando quando necessário, com imparcialidade”.

Estefani Braz, jornalista





“Ser jornalista foi natural, eu não me via fazendo outra coisa.
Por esses dias me lembrei que na infância eu brincava disso.
Aos oito anos, minha brincadeira favorita era pegar o caderno de esporte da Folha de São Paulo,
c
olocar uma fita cassete no gravador e gravar eu lendo as notícias para depois eu ficar me ouvindo.
Já com 12 ou 13 anos, achei um aparelho transmissor de canal UHF,
que usava-se antigamente em hotel e podia sintonizar por uns 300m, 
eu chamava uns amigos para fazer um programa de TV
e avisava os vizinhos do lado para sintonizar no canal. 
Foi automático, eu não teria outra coisa para fazer a não ser jornalismo.
Minha inspiração são os grandes comunicadores da história que conheci na faculdade:
Assis Chateaubriand, Samuel Wainer e Carlos Lacerda.
Atualmente, Ricardo Boechat e no esporte o narrador Osmar Santos que me influenciaram”.

Rafael Rodrigues, chefe de redação

:: Leia a biografia dos jornalistas da Rádio Aparecida

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