Por Rádio Aparecida Em Notícias Atualizada em 20 JUL 2020 - 14H31

População tem procurado planos de saúde durante pandemia

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O avanço da pandemia do novo coronavírus levou mais brasileiros a tentarem garantir uma cobertura privada de saúde, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Em março, foram 11 mil novos beneficiários em relação a fevereiro. Já a contratação dos planos empresariais foi 4 vezes maior. Nesta modalidade o país ultrapassou 100 mil contratos, mas, as reclamações crescem na mesma proporção.
Quem contratou um plano para garantir o atendimento em caso de Covid-19 pode ter de enfrentar uma batalha judicial. Muitas operadoras estão negando atendimento, com o argumento de que as carências contratuais podem ser de até 180 dias, como detalha Dr. Flávio Ávila, juiz arbitral de direito e presidente da Associação dos Usuários de Planos de Saúde.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar ratifica que não houve alteração de carência em função da pandemia. Já o Judiciário, porém, tem enquadrado os pacientes contaminados pelo coronavírus como casos de emergência para os quais não há carência e garantido internação sem limite de prazo. Dr. Ávila esclarece em relação aos prazos de carência estabelecidos pela ANS.
O advogado orienta quais são os direitos de novos beneficiários que estão contratando planos de saúde agora por conta da preocupação com a pandemia.
Para o juiz arbitral de direito, as operadoras devem cobrir os procedimentos obrigatórios inscritos no rol de procedimentos da ANS, dentro dos prazos de carência que assim como as demais regras do setor, não sofreram alterações.
Quem faz adesão a um novo plano sabendo que está doente e não informa na declaração pode ser excluído, como afirma o presidente da Associação dos Usuários de Planos de Saúde.


Número de desempregados diante da pandemia tem alta de 26% em sete semanas
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Depois de leve recuo que interrompeu quatro semanas seguidas de alto desemprego, diante da pandemia do novo coronavírus, voltou a crescer. De acordo com o IBGE, 12,4 milhões de pessoas estavam desempregadas na quarta semana de junho, 675 mil a mais do que na semana anterior.

Na comparação com a primeira semana de maio, o contingente de desempregados no país aumentou cerca de 2,6 milhões, uma alta de 26% no período em sete semanas.

Maria Lúcia Vieira, coordenadora do PNAD Covid-19 pelo IBGE repassou alguns números do levantamento.


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