Por Rádio Aparecida Em Notícias Atualizada em 10 OUT 2019 - 15H18

Pela primeira vez, WhatsApp admite envio ilegal de mensagens em eleições de 2018




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Reportagem da Folha de São Paulo informou que o WhatsApp admitiu, pela primeira vez, que as eleições de 2018 no Brasil tiveram uso de envios massivos e ilegais de mensagens. O disparo teria sido feito por meio de sistemas automatizados contratados de empresas.

Durante uma palestra, o gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp confirmou que, na eleição brasileira do ano passado, teria havido atuação de empresas fornecedoras de envios massivos de mensagens, violando os termos de uso.

O advogado especialista em Direito Eleitoral, Mestre e Doutor em Direito das Relações Sociais pela PUC/SP, Alexandre Rollo, analisa este cenário conosco.


Bolsonaro vetou integralmente um projeto que obrigava escolas a contar com profissionais de psicologia e de assistência social.

Marcelo Chello/Shutterstock
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O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente um projeto de lei que obrigava escolas públicas a contar com profissionais de psicologia e de assistência social. O veto presidencial foi criticado por entidades dos setores de educação e psicologia e também por parlamentares que aprovaram a medida no mês passado como Jandira Feghali. A deputada conversou, ontem à noite, com exclusividade com a nossa reportagem

O veto vê “inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público” na proposta. Segundo o governo, os ministérios da Educação e da Saúde manifestaram-se a favor do veto porque a proposta cria despesas sem indicar fonte de receita e impactos orçamentários. Argumentos refutados pela deputada Jandira.

Se fosse sancionada pelo presidente, a lei daria prazo de um ano para as escolas públicas incluírem assistentes sociais e psicólogos no seu quadro de funcionários. A medida valeria tanto para a educação básica quanto para o ensino fundamental e médio, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).


Situação delicada no Equador agrava cenário de conflitos na América Latina. 

Santiago Arcos/Agência Brasil
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O cenário é de polarização na América Latina. Fortes protestos desencadeados pelo aumento do preço da gasolina no Equador, eleições presidenciais na Bolívia e a dissolução do Congresso do Peru são alguns dos exemplos.

Os motivos das turbulências e sua intensidade são diferentes. No Equador, até a sede do governo teve que mudar para o litoral. Relatos recentes indicam ainda que até padres e cristãos leigos estariam sofrendo perseguições.

A corrupção, insatisfação social e polarização exacerbada são fatores comuns a esses conflitos, o Especialista Relações Internacionais da FMU, Dr. Manuel Furriela, explica que o governo equatoriano esperava o apoio da Igreja. Como isso não aconteceu, cristãos começavam ser perseguidos.


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