Brasil

CNBB e outras cinco entidades manifestam apoio a votação eletrônica e ao ministro Barroso

Escrito por Redação A12

05 AGO 2021 - 11H37 (Atualizada em 05 AGO 2021 - 12H05)

Reprodução

Os presidentes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Walmor Oliveira de Azevedo,  da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Eduardo Damian, da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos 'Dom Paulo Evaristo Arns', José Carlos Dias, da Academia Brasileira de Ciências – (ABC), Luiz Davidovich, da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Paulo Jeronimo de Sousa, e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Renato Janine Ribeiro, manifestaram na quarta-feira (04), em um encontro virtual, solidariedade ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Luís Roberto Barroso.

Leia MaisÓdio na Internet: reflexo da fragilidade das relaçõesA mensagem entregue ao ministro, assinada pelos presidentes da CNBB, OAB, Comissão Arns, ABC, ABI e da SBPC, aponta que o processo de erosão democrática prossegue, atingindo contornos incompatíveis com o equilíbrio entre os Poderes e a manutenção do clima de paz e concórdia entre os cidadãos.

Para os presidentes das organizações, as tentativas de ruptura da ordem institucional, hoje tratadas abertamente, buscam colocar em xeque a lisura do processo eleitoral e de algo que nos é sagrado – o voto.

O documento defende ainda que ameaçar a não realização de eleições em 2022, caso o resultado das urnas possa vir a contrariar os interesses daquele que detém o poder, é ofensa grave que não se pode tolerar.

As entidades manifestam, por meio de seus representantes, apoio incondicional ao sistema eletrônico de votação, sob monitoramento e responsabilidade desse Tribunal, e apelam ao Congresso Nacional para que proteja esta que é, a um só tempo, grande conquista da sociedade e prova da eficiência da Justiça eleitoral brasileira.

"Investir contra essa realidade, de forma a turvar o processo político, fomentar o caos e estimular ações autoritárias, não é, em definitivo, projeto de interesse do povo brasileiro", defende o documento.

Fonte: * Com informações da CNBB

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