Como sabemos, os papas oferecem constantemente orientações para os fiéis, tendo em vista os acontecimentos e necessidades de cada época. Cabe a nós caminharmos atentos e em comunhão com estes ensinamentos que dizem respeito à vida e à felicidade dos homens sonhada por Deus.
Você sabe, por exemplo, quais as orientações espirituais e pastorais deixadas pelos papas sobre o matrimônio e família? Diante das mudanças culturais, desde a década de 60, especialmente na área da sexualidade, fez-se necessário um aprofundamento sobre a realidade familiar.
Destacam-se três documentos dos quais retiramos os ensinamentos abaixo:
Humanae Vitae - Sobre a regulação da natalidade (1968) de Paulo VI;
Familiaris Consortio - Sobre a função da família cristã (1981) de João Paulo II;
Amoris Laetitia - Sobre o amor na família (2016) de Francisco.
Não podemos reduzir o tema da natalidade apenas a aspectos biológicos, psicológicos ou sociais. Ele deve ser compreendido “à luz da visão integral do homem e da sua vocação, não só natural e terrena, mas também sobrenatural e eterna”, como ensina a Igreja.
Antes de tudo, precisamos reconhecer que o matrimônio é uma instituição criada por Deus e não fruto do acaso. Essa união dos esposos em uma doação mútua é uma vocação, que os leva a buscar o aperfeiçoamento pessoal e a colaborar com Deus na geração e educação dos filhos.
O sacramento do matrimônio é um sinal real da relação entre Cristo e a Igreja, uma vez que une o casal à Nova Aliança. Como sacramento, o João Paulo II afirma que o matrimônio é "memória, presença e profecia da salvação". O vínculo conjugal, indissolúvel e fecundo, é elevado por Cristo que purifica e fortalece o amor humano.
Os cônjuges recebem também a responsabilidade de manifestar aos filhos o amor de Deus. Mesmo quando não há possibilidade de procriação, a vida conjugal mantém todo o seu valor e pode se expressar em outras formas de generosidade, como adoção, educação e serviços em favor de outras famílias e crianças.
Mesmo com os desafios contemporâneos, a família continua sendo um caminho de esperança, e sua espiritualidade deve se apoiar na generosidade, no compromisso e na fidelidade, sobretudo nas situações de fragilidade.
O Papa Francisco cita o cântico de São Paulo sobre a caridade como caminho para enriquecer e iluminar pela graça o sacramento do matrimônio. A partir desse texto ele fala das características do amor verdadeiro que o casal precisa buscar:
Paciência, atitude de serviço, cura da inveja, não ser arrogante ou orgulhoso, amabilidade, desprendimento, sem violência interior, perdão, alegra-se com o outro, desculpar, confiar, esperar e suportar.
add_box Catequese: a família como primeiro lugar da iniciação cristã
Fonte: aleteia.org | Santa Sé
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