A Unção dos Enfermos é um dos sete sacramentos instituídos por Cristo, para o bem de sua Igreja, em perpetuação de sua presença salvífica no meio de nós. Nós, católicos, confiamos que, nos momentos mais difíceis da doença e do sofrimento, um ministro da Igreja irá nos socorrer com o viático, assim como com a benção do óleo sacramental.
Ao longo deste tempo de pandemia, as Igrejas particulares ao redor do mundo, segundo a solicitude pastoral de seus pastores, se dedicaram a publicar diretrizes para a administração dos sacramentos, para que não faltasse a assistência sacramental e, ao mesmo tempo, fosse assegurada da melhor forma possível a saúde dos envolvidos. Algumas dioceses até mesmo realizaram treinamento de seus sacerdotes para que estivessem melhor preparados e que, assim, a ninguém faltassem os sacramentos.

Em relação à administração da Unção dos Enfermos, o Código de Direito Canônico estabelece que o ministro faça a unção com a sua própria mão, o que exige, consequentemente, a sua presença física. O mesmo cânone observa, porém, a possibilidade de que, por razão grave, seja usado um instrumento, como pode ser um cotonete, um maço de algodão, luvas ou toalhas (Ver Cân 1000 §2).
Leia MaisQuem pode receber o Sacramento da Unção dos Enfermos?A presença física, porém, é essencial para que se conserve a integridade deste sacramento, e ela não pode ser substituída por nenhum meio virtual, como uma ligação ou conexão via internet, o que levou, e continuará a levar, milhares de bispos, sacerdotes e diáconos a se prepararem o melhor possível para continuarem a assistir os enfermos com este sacramento.
Diversos testemunhos de coragem e abnegação ministerial se multiplicaram pelo mundo, e continuam a se multiplicar, ao se consagrarem a este serviço em situação de pandemia. Rezemos sempre por todos eles!
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