Todo dia é uma oportunidade para falar sobre inclusão, respeito e dignidade. No entanto, em 21 de setembro, esses temas ganham ainda mais destaque com o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, data instituída pela Lei nº 11.133/2005 para conscientizar a sociedade sobre a importância de garantir direitos, acessibilidade e participação na sociedade às pessoas com deficiência.
De acordo com o Tribunal Superior do Trabalho, essa mobilização existe desde 1982, impulsionada por movimentos sociais que ajudaram a transformar a realidade de milhões de brasileiros.
Neste sentido, quando o assunto é acolher a vida em todas as suas formas, muitas histórias são marcadas pela fé.
Na Casa da Mãe Aparecida, não faltam testemunhos de famílias que encontraram força diante dos desafios, confiaram suas intenções a Nossa Senhora Aparecida e hoje compartilham graças em sua vida.
Uma graça confiada a Nossa Senhora
É nesse cenário que surge a história de Karina de Faria, moradora de Taubaté (SP). Devota de Nossa Senhora Aparecida, ela carrega no coração uma experiência que mudou completamente sua vida.
Diante de uma gravidez que Karina e seu marido não conseguiram, a solução entre o casal foi partir para a adoção.
A partir da chegada de seu filho, Leonardo, com apenas trinta e três semanas e pesando um quilo e meio, o menino foi diagnosticado com deficiência. Apesar do inesperado, para Karina, tudo isso foi muito mais do que a realização de um sonho de maternidade.
Mãe, Karina e seu filho, Leonardo
"Ele é um milagre vivo e se desenvolveu muito. Ele tem as limitações dele, mas graças a Deus está bem. Sempre nos fortalecemos em Nossa Senhora que está a frente de todos os momentos, e passando a frente, intercedendo por nós", contou.
Diante disso, Karina encontrou na oração e na confiança em Nossa Senhora a força para continuar acreditando e pedindo por sua cura. Para ela, Maria esteve presente em cada uma dessas situações, como Mãe que acolhe e intercede.
“E graças a Deus, Nossa Senhora esteve com ele. Foi um período muito difícil, mas eu sentia que Ela estava ali, intercedendo por ele, não deixando meu filho morrer. Depois vieram as convulsões, a cirurgia na coluna, tantos outros momentos em que achei que meu filho fosse morrer. E sempre, sempre, Nossa Senhora estava junto. Quando eu conseguia um tempo, eu ia à capela do hospital, rezava meu terço e pedia sua intercessão.”
Essa bondade e recordação da Virgem Maria também se manifestam no conforto que Karina encontra diante de uma imagem de Nossa Senhora que pertencia à sua mãe, que faleceu há oito anos.
"O tempo todo na vida da minha família, eu confio muito a Nossa Senhora e peço a intercessão Dela. E eu amo abraçar essa imagem, pois eu me sinto acalentada e me sinto abraçada, como se a mãe estivesse aqui. É bom demais", relatou.
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