Há milhares de anos, um homem descobriu como se faz o fogo. Ao esfregar uma pedra na outra, ele percebeu que saíam faíscas. Repetiu o gesto junto a palhas secas e as faíscas se transformaram em chamas. Ficou vislumbrado.
Levou a sua invenção para muitas aldeias. As pessoas ficavam felizes porque podiam cozinhar a carne, o arroz, o feijão e aquecer-se no tempo de frio. Aquele homem era humilde; não queria fama nem ficar rico com a sua descoberta.
Entretanto, umas pessoas malvadas, levadas pela inveja e pelo medo de perder algum ganho com o aparecimento da nova invenção, mataram aquele homem.
Quando as pessoas ficaram sabendo, construíram estátuas dele e ficavam comentando sobre a sua vida, suas virtudes e seu heroísmo.
Mas o problema foi que, com isso, se esqueceram de como fazer fogo. Assim, precisou, mais tarde, surgir outro descobridor do fogo.
Podemos comparar Jesus com aquele homem. Pode acontecer de reverenciarmos a pessoa de Jesus, mas nos esquecermos da Boa Nova que ele trouxe. Amar não é olhar um para o outro, mas os dois na mesma direção. Se queremos agradar a Jesus, vamos cuidar do fogo que ele nos trouxe, que é o amor. Amor que nos torna todos iguais, porque somos irmãos. E um amor que nos compromete, como comprometeu a Jesus.
“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor! Senhor!’, entrará no Reino dos céus, mas só aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7,21).
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