A Igreja Católica no mundo e no Brasil acompanha com preocupação a escalada de violência no Oriente Médio. O Papa Leão XIV e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifestaram solidariedade às vítimas e reforçaram o apelo por diálogo e paz.
Os bispos brasileiros convocaram os fiéis a intensificar as orações pelo fim do conflito. A CNBB propôs que, no dia 19 de março, solenidade de São José, as comunidades rezem pela paz durante as celebrações eucarísticas e outros momentos de oração, utilizando a prece da iniciativa Reza com o Papa.
Ao concluir a nota, pediu a intercessão de São José para que os líderes das nações tenham sabedoria e coragem na busca por caminhos que defendam a vida, a dignidade humana e a paz.
Segundo a Sala de Imprensa da Santa Sé, o Pontífice expressou “profunda dor por todas as vítimas dos bombardeios destes dias no Oriente Médio, pelos muitos inocentes, entre os quais muitas crianças, e por aqueles que lhes prestavam socorro”.
Entre as vítimas está o Padre maronita Pierre El-Rahi. O sacerdote morreu na segunda-feira (9), após um ataque que atingiu uma casa na região de Qlaya, no Líbano, área de sua paróquia.
De acordo com relatos divulgados pela mídia vaticana, o Padre correu com jovens da comunidade para ajudar um paroquiano ferido. Durante o socorro, um novo bombardeio atingiu o local. Ele ficou gravemente ferido e morreu após ser levado ao hospital.
O pensamento do Papa se dirige também às crianças atingidas pelo conflito. Organizações internacionais de proteção à infância, como Unicef e Save the Children, apontam que cerca de 300 menores morreram desde o início da atual escalada de violência.
Diante desse cenário, o Vaticano informou que Leão XIV “acompanha com preocupação o que está acontecendo e reza para que todas as hostilidades cessem o mais rápido possível”.
No Brasil, a Presidência da CNBB divulgou uma nota pública expressando preocupação com o agravamento do conflito no Oriente Médio e suas consequências para a população civil.
Em comunhão com o Papa, os Bispos recordaram o recente apelo do pontífice em favor da paz:
“A estabilidade e a paz não se constroem com ameaças mútuas, nem com armas, que semeiam destruição, dor e morte, mas apenas através de um diálogo razoável, autêntico e responsável”.
No texto, a CNBB alertou que a guerra provoca sofrimento profundo e amplia as feridas entre os povos. Para os bispos, os conflitos armados afetam sobretudo os mais vulneráveis e comprometem o futuro das nações.
A Igreja no Brasil também expressou solidariedade às comunidades que vivem sob o peso da violência e pediu responsabilidade aos líderes políticos. O comunicado encoraja as autoridades internacionais a retomar com urgência os caminhos da diplomacia e da negociação.
Inspirada pela Doutrina Social da Igreja, recordou também que a paz é fruto da justiça e da responsabilidade moral, orientadas para o bem comum da humanidade.
Fonte: CNBB/Vatican News
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