Liturgia

Domingo com o Senhor: “Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho”

A liturgia da Ascensão recorda que Cristo permanece conosco e fortalece a missão evangelizadora da Igreja

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Escrito por Giovana Marques

16 MAI 2026 - 13H30

Godong Photo/Adobe Stock

No 7º domingo da Páscoa e Solenidade da Ascensão do Senhor, o missionário redentorista, Pe. Guilherme Viana, C.Ss.R., chama-nos a refletir sobre as despedidas daqueles que amamos e a promessa de Jesus de que estará sempre conosco.

O Evangelho de João 17, 1-11, narra a despedida de nosso Senhor de seus discípulos, quarenta dias depois da sua ressurreição gloriosa. Com a ascensão de Jesus ao céu, conclui-se Sua missão na terra e inicia o tempo da Igreja.

Na liturgia deste domingo, celebramos essa realidade que ressalta uma ordem e uma promessa de Cristo: Jesus pede Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” e promete “Eis que eu estarei convosco todos os dias até o fim do mundo”.

Ainda na reflexão do Pe. Guilherme, somos lembrados de que a partida do Senhor não significa sua ausência em nosso meio. O sacerdote explica que Jesus levou no seu corpo humano a humanidade inteira e sua forma de permanecer no mundo é através do seu corpo místico: a Igreja.

O que é a Igreja? A Igreja somos nós, batizados. Portanto, entendemos a partir desse evangelho que, para ser cristãos, não basta seguirmos Jesus, é preciso continuar a sua missão de fazer discípulos.

Uma Igreja em saída

O Senhor prometeu permanecer até o fim, contudo confiou a nós a missão de evangelizar. E, para isso, devemos estar em movimento, como afirma o trecho sobre a Solenidade:

“A espera do último dia não deve ser vivida na ociosidade, tampouco fechados dentro de casa, mas, como disse Jesus, no compromisso da missão, até aos confins da terra: “O Espírito Santo vos dará força e sereis minhas testemunhas... até aos confins do mundo” (Atos 1,8).”

Por fim, Pe. Guilherme, em sua reflexão, acrescentou que para ir em saída é também necessário confiar na promessa. Aqui ele ressaltou algo muito importante: a força da Igreja não está primeiramente em seus planos, projetos ou diretrizes, mas na presença do ressuscitado.”

Até o próximo Domingo com o Senhor!

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