O Evangelho deste 29º Domingo do Tempo Comum (Lc 18,1-8) nos convida a olhar com profundidade para o valor da perseverança na oração.
Jesus conta a parábola do juiz injusto e da viúva perseverante para mostrar que é preciso “rezar sempre e nunca desistir”.
A insistência da viúva simboliza a confiança de quem não desanima diante do silêncio, mas continua a bater à porta de Deus com fé e humildade.
Como explicou o Padre Thiago Costa, C.Ss.R., em sua reflexão semanal, Deus conhece o nosso coração, sabe dos nossos desejos e necessidades, mas nossos pensamentos não podem se pautar nas coisas mundanas. Devemos esperar coisas do alto.
Perseverança na oração
A oração verdadeira não é um meio de fazer Deus mudar Sua vontade, mas de abrir o nosso coração para compreender o tempo e o modo Dele agir.
A justiça divina, ensina o Evangelho, não falha apenas chega “no tempo de Deus e não no nosso”. Por isso, Jesus nos chama à confiança paciente, à esperança viva e à fidelidade diária.
“A oração é uma âncora segura para quem está em perigo de naufragar, é um tesouro imenso de riquezas para quem é pobre, é um remédio eficacíssimo para os enfermos e um fortificante certo para nossa saúde.” (Santo Afonso Maria de Ligório)
No final, Jesus faz uma pergunta que toca o coração: “Quando o Filho do Homem vier, encontrará fé sobre a terra?”.
Essa interrogação é também um convite a examinar nossa vida: temos perseverado na fé, mesmo quando parece que Deus silencia? Nossa oração é insistente e confiante como a da viúva, ou desanimamos diante das demoras de Deus?
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