Em outubro de 1985 durante a guerra civil os bispos da Conferência de Angola e São Tomé (CEAST) consagraram a Angola ao Imaculado Coração de Maria e determinaram que a Solenidade fosse celebrada no último sábado do mês de outubro. Leia MaisCrianças rezam pela paz em Gaza6 vezes em que o Papa Francisco se posicionou pela paz
Neste ano, a Igreja no país aproveitou a ocasião para realizar um momento de Ação de Graças pelo dia da Padroeira e uma prece pela paz e o fortalecimento da união nacional.
O Bispo do Dundo e vice-presidente da CEAST, Dom Estanislau Marques Chindecasse, disse que naquele período o país estava numa realidade de uma guerra sangrenta, o que levou a inúmeras mortes.
Com isso, passados 21 anos desde o dia 4 de abril de 2002, é necessário celebrar o dom da paz alcançado por Angola.

“Celebrar a Solenidade do Imaculado Coração de Maria, Padroeira de Angola, é saborear a insondável misericórdia de Deus”, afirmou Dom Chindecasse.
Para o Padre Celestino Epalanga, Secretário da Comissão de Justiça e Paz da CEAST, os desafios para a consolidação da paz e reconciliação ainda não são tarefas fáceis para os angolanos.
A Igreja no período da guerra
A guerra civil na Angola decorreu entre os anos de 1975 e 2002. Nesse período, o país sofreu inúmeros danos na infraestrutura, na economia e com deslocamentos em massa. O conflito existia entre o governo do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e grupos rebeldes, assim como a UNITA.
Nesse sentido, a Igreja contribuiu como uma das principais mediadoras entre as partes opostas e prestadora de auxílio humanitário durante a guerra, no cuidado médico, no oferecimento de abrigo; e no pós-guerra colaborou para os a reconciliação e reconstrução nacional.
Fonte: Vatican News
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