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CNBB divulga edital para a escolha do hino da Campanha da Fraternidade 2023

“Dai-lhes vós mesmos de comer”

Escrito por Lais Silva

19 MAI 2022 - 10H40 (Atualizada em 19 MAI 2022 - 12H08)

Onchira Wongsiri / Shutterstock

Nesta semana a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou o edital para a escolha da letra do hino da CF 2023, que vai abordar o tema “Fraternidade e fome” e o lema “Dai-lhes vós mesmos de comer”.

O concurso será realizado em duas etapas: a primeira é com esse edital para a escolha da letra do hino e a segunda etapa terá um outro edital para a escolha da música. Esta segunda etapa ainda não tem uma data estabelecida.

Os interessados em enviar suas composições para a CNBB devem se atentar à data limite para envio, que é o dia 20 de junho de 2022.

O edital

Para concorrer, a composição deve seguir algumas orientações estabelecidas no edital, sob as quais será analisada a qualidade literária do texto, por exemplo:

- Utilizar “linguagem poética” do tema, lema e objetivos da CF 2023;

- Ser inspirado na Sagrada Escritura e no Magistério da Igreja;

- Apresentar um caráter convocativo, já que os fiéis e a Igreja são convidados a seguir as propostas da CF.

As composições deverão ser enviadas à CNBB por meio de carta e com o termo de Cessão de Direitos Autorais preenchido e assinado. Esse termo pode ser encontrado no edital.

chat_bubble Confira o edital do concurso clicando aqui.

Stosun / shutterstock
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Campanha da Fraternidade 2023

Leia MaisCampanha da Fraternidade 2022 tem feedback positivo em Assembleia Geral Fraternidade e a prática cristãO tema escolhido para a CF 2023 foi “Fraternidade e Fome”. Esta é a terceira vez que a Igreja no Brasil aborda a fome na campanha.

O Papa Francisco abordou o assunto na ocasião dos 75 anos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, em outubro de 2020, em Roma:

Para a humanidade, a fome não é só uma tragédia, mas também uma vergonha. Em grande parte, é provocada por uma distribuição desigual dos frutos da terra, à qual se acrescentam a falta de investimentos no setor agrícola, as consequências das mudanças climáticas e o aumento dos conflitos em várias regiões do planeta. Por outro lado, se descartam toneladas de alimentos. Diante desta realidade, não podemos permanecer insensíveis ou paralisados. Somos todos responsáveis”.

Fonte: CNBB

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