Como você confere aqui no A12, a Igreja Católica celebra São José, patrono universal da Igreja, esposo da Virgem Maria e pai adotivo de Jesus. E sempre vamos recordar José como chefe de família, e um pai cuidadoso, zeloso e fiel cumpridor das leis judaicas.
A Bíblia não traz muitos detalhes sobre a vida de São José e nem o convívio diário da Sagrada Família. Mas, sabemos que José era justo e fiel aos preceitos, tanto que resolve abandonar Nossa Senhora secretamente ao saber que ela estava grávida, pois ele não sabia que era por obra do Espírito Santo e nem havia compreendido. Se ele abandonasse Maria, ela poderia ser apedrejada, pois na época as mulheres adúlteras sofriam o castigo.
Em um sonho, o Anjo do Senhor lhe disse “José, filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como esposa, porque a criança que ela tem em seu seio vem do Espírito Santo. Ela terá um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele salvará seu povo de seus pecados” (Mt 1, 20–21), e assim compreende a missão para a salvação da humanidade, acolhe Maria consigo e posteriormente o menino Deus.
São José tem tanta importância para a Igreja que a celebração de seu dia tem grau de Solenidade e é celebrado na cor branca. A Igreja faz uma pausa na Quaresma para com alegria celebrar o padroeiro da Igreja Católica. Nessa missa da solenidade de São José abre-se uma exceção e entoamos o hino de louvor (Glória).

E para enriquecer mais a experiência de fé, a Editora Santuário lançou o livro “Exercícios Espirituais com São José”, do Padre Flávio Sobreiro, onde o leitor é convidado a percorrer um caminho de oração para viver mais intensamente a espiritualidade cristã, tendo São José como companheiro de viagem de fé.
A obra é uma ajuda educativa, pois “a vida espiritual que José nos mostra não é um caminho a ser explicado, mas um caminho a ser acolhido” (Papa Francisco, Patris Corde, p.15).
São sete exercícios apresentados a partir da Palavra de Deus, com um breve texto do Magistério da Igreja, o testemunho de uma santo ou santa a respeito de sua devoção a São José, Lírio de amor, a Ladainha e o compromisso de vida.
O autor orienta a refletir sobre estes temas todas as quartas-feiras, sugestão vinda da piedade popular praticada em meados do século XVII, que ampliará o espaço de seu interior para a presença de Deus.
“São José poderia ter nos comunicado coisas maravilhosas sobre Jesus, contudo preservou com seu silêncio a intimidade divina que habitava sua alma e deveria permanecer oculta, longe dos ouvidos curiosos e das línguas perigosas. Ele poderia ter falado muito, mas optou por guardar dentro de seu coração as bênçãos que contemplava. Essa atitude interior nos ensina que o caminho do silêncio é uma escada de graças para alcançarmos a paz”, afirma o Padre Flávio.
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