Manaus está sendo palco do V Encontro da Igreja da Amazônia, o evento que vai até o 22 de agosto reflete o tema “A Igreja que se fez carne, alarga sua tenda na Amazônia: Memória e Esperança.”
O encontro é organizado pela Comissão Episcopal Especial para a Amazônia (CEA) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil), e reúne cerca de 60 bispos da Amazônia Legal e dois cardeais, além de religiosos e leigos representantes das pastorais e organismos que atuam na Igreja da Amazônia e lideranças indígenas.
O arcebispo de São Luís, no Maranhão, e presidente da Comissão Episcopal Especial para a Amazônia, dom Gilberto Pastana, explica que “o objetivo neste quinto encontro da Igreja na Amazônia é dar continuidade às conclusões do encontro de 2022, em Santarém, ou seja, todo o projeto que foi elaborado. A ideia é ver os avanços, as dificuldades e os desafios”. Leia MaisEstão abertas as inscrições para a VI Missão Jovem na Amazônia Povos nativos da Amazônia reconhecem Papa como “avô”
Ele ainda pontuou que “neste encontro nós nos debruçaremos em tudo aquilo que foi feito e a luz, sobretudo, da Querida Amazônia, e a luz desses últimos documentos do Papa, vermos quais são os desafios emergentes e o que que nós esperamos que a atuação como Igreja da Amazônia”.
A assessora da Comissão Episcopal para a Amazônia e secretária executiva da REPAM-Brasil, Irmã Maria Irene Lopes, ressalta que “para esse encontro foi feito um levantamento com todos os regionais da Amazônia, e a partir desses dados será feita uma socialização, principalmente, a partir do documento de Santarém e do Sínodo da Amazônia, observando também alguns desdobramentos desses dois encontros”.
E reforçou que “também será tratado sobre o tema do rito amazônico e outros temas que são importantes para a Igreja”.
O bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Ricardo Hoepers, participa do encontro e na abertura destacou a memória histórica de encontros da Igreja da Amazônia, cujo primeiro encontro inter-regional é datado de 1952, afirmando que “a perseverança ensina que vale a pena continuar esse processo com todo entusiasmo”.
Ele ainda refletiu sobre os retrocessos que acontecem cada dia na Amazônia, citando os desmatamentos e mostrando a preocupação do episcopado brasileiro com os povos originários.
“Os povos originários são os que mais sofrem a gravidade das coisas que estão acontecendo em nosso país”, e lembrou da Campanha da Fraternidade de 2025 que vai abordar a ecologia integral afirmando ser “uma oportunidade para sensibilizar a todo o Brasil”.
Além das temáticas ressaltadas, será feita uma análise de conjuntura eclesial com participação de leigos e bispos.

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