Por Redação A12 Em Santo Padre

A oração humilde obtém misericórdia, exorta Papa na catequese

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Na catequese desta quarta-feira (01), Papa Francisco destacou o exemplo do fariseu e do cobrador de impostos (Lc 18, 9-14) para mostrar qual a atitude certa para rezar e pedir a misericórdia de Deus. A partir da parábola Francisco diferenciou que enquanto um reza “a si mesmo, numa ação egoísta e vazia”, o outro humildemente invoca piedade por assumir-se pecador.

"Os dois sobem ao templo para rezar, mas comportam-se de maneira diferente, obtendo resultados opostos. O fariseu, mais do que rezar, compraz-se consigo mesmo, com a sua observância dos mandamentos; mas a sua atitude e as suas palavras estão longe do modo de agir e falar de Deus, que ama a todos e não despreza os pecadores. A atitude certa é a do publicano. Os seus gestos de contrição e as poucas e simples palavras que diz – 'ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador' – dão testemunho da sua condição miserável. A sua oração é essencial. Comporta-se humildemente, certo de ser apenas um pecador necessitado de compaixão", frisou o Pontífice. 

 

“Eu pergunto: é possível rezar com arrogância? Não! É possível rezar com hipocrisia? Não! Devemos rezar diante de Deus como nós somos!”, disse Francisco. 

O Santo Padre disse que é preciso “recuperar” os valores da intimidade e do silêncio onde Deus se encontra e onde fala a cada um, referindo que o importante não é o quanto se reza mas como se reza. 

“Não basta considerar quanto é que rezamos, devemos antes perguntar como é que rezamos, ou melhor, como está o nosso coração: É importante examiná-lo e avaliar os pensamentos e sentimentos e evitar a arrogância e a hipocrisia”, assinalou.

“Eu pergunto: é possível rezar com arrogância? Não! É possível rezar com hipocrisia? Não! Devemos rezar diante de Deus como nós somos!”, completou.

O Papa recordou que na próxima sexta-feira a Igreja celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus que este ano é “enriquecida” pelo Jubileu dos Sacerdotes, que ocorre entre hoje e dia 03.

“Convido todos a rezar ao longo do mês de junho ao Coração de Jesus e a apoiar com proximidade e afeto os vossos sacerdotes, para que sejam sempre imagem daquele Coração cheio de amor misericordioso”, pediu.

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