Por Redação A12 Em Santo Padre Atualizada em 20 MAR 2019 - 12H16

Seis vezes em que o Papa critica o ódio

Leia Mais6 pontos e 6 anos do Pontificado de FranciscoApós a oração do Ângelus no dia 17 de março, o Papa Francisco pediu aos fiéis orações e gestos de paz para combater o ódio. O Santo Padre fez tal apelo após os recorrentes episódios que fizeram a sociedade assistir e experimentar dores semelhantes a guerras e conflitos. 

O Pontífice fez memória à dor das vítimas do ataque ocorrido em duas mesquitas em Christchurch, Nova Zelândia. “Eu oro pelos mortos e feridos e suas famílias”, disse o Papa.

Mas esta não é a primeira vez que Francisco fala sobre o ódio humano como ferramenta de destruição. Listamos aqui mais cinco momentos, não menos importantes, em que o Sumo Pontífice foi firme e falou boas verdades.

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Em 11 de março de 2017, o Papa Francisco fez um tweet falando do caminho do amor ao ódio e vice-versa. O texto é curto, mas gera reflexão. Dá uma olhada!

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Já em 23 de outubro de 2018, durante lançamento de um livro em Roma. O Santo Padre afirma que o populismo nasce “semeando o ódio” e citou como exemplo a ascensão de Adolf Hitler. Ele também citou, nesta ocasião, que hoje existe a Terceira Guerra Mundial em pedaços. “Falta de humanidade, agressão, ódio entre culturas e tribos, também uma deformação da religião... Este é o caminho do suicídio: semear ódio. Me vem em mente a profecia de Einstein: 'A quarta guerra mundial será feita com pedras e bastões, porque a terceira destruirá tudo'", enfatizou o Bispo de Roma.

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Também não podemos esquecer a recente viagem, em fevereiro de 2019, a Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, onde o Santo Padre explica que é preciso condenar toda forma de violência, porque é uma grave profanação do nome de Deus usá-lo para justificar o ódio e a violência contra o irmão. “Não há violência que possa ser religiosamente justificada", disse Francisco.

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Em junho de 2017, durante a catequese da Audiência Geral, o Papa Francisco comentou que as pessoas violentas não são más por natureza, mas são pessoas infelizes por não terem sido amadas. “Essa falta de amor, que acaba por degenerar em violência, tem sua origem na própria infância. Quando um adolescente não é amado ou não se sente amado, pode nascer nele a violência. Por trás de tantas formas de ódio social e de delinquência, há, frequentemente, um coração que não foi reconhecido”.

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Por último, o Papa diz que "fake news" espalham arrogância e ódio. Para ele, notícias falsas têm raiz na sede de poder e podem ter efeitos perigosos. Em mensagem de janeiro de 2018, Francisco defendeu que a verdadeira notícia é o melhor antídoto contra a desinformação.

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