“Vós vos empenhais, e bem, pela manutenção do ambiente, das plantas e dos animais. Empenhai-vos ainda mais decididamente pela vida humana, que na hierarquia da Criação, está muito acima de todas as realidades criadas do mundo visível!” (São João Paulo II)
Leia MaisPor que a Novena nos ensina a promover a justiça e a paz?Nesta quarta-feira (9), chegamos ao sétimo dia da Novena da Padroeira aqui no Santuário Nacional, e o tema que será refletido é “Mãe Aparecida, somos peregrinos-cuidadores da natureza!”, e pedimos para Nossa Senhora que o mesmo Espírito Santo que a cobriu com sua sombra, possa ressoar este sopro divino no coração da humanidade, e como peregrinos da esperança, precisamos lutar pela vida humana e a vida da nossa Casa Comum.
Vamos também suplicar à Virgem Santa, para que não possamos contemplar passivamente aqueles que estão saqueando toda a obra da criação.
Pois infelizmente, muitas pessoas atuam com uma ganância desenfreada, e não respeitam nem a natureza, nem o ser humano, obras das mãos divinas.
O exemplo de peregrino que será abordado na Novena é o do profeta Isaías, que abordamos aqui no A12, uma voz que se faz cada dia mais urgente para a humanidade, a fim de que haja real esperança de vida aos peregrinos da nossa e das futuras gerações a respeito da preservação de nosso mundo.
“Construirão casas e nelas habitarão, plantarão vinhas e comerão seus frutos. Não mais construirão para que um outro more, nem plantarão para que um outro coma; porque como a idade da árvore será a idade de meu povo. Meus eleitos usarão por longo tempo os produtos de suas mãos”. (Is 65,21-22)

Em seus 11 anos de pontificado, o Papa Francisco sempre anunciou que o maior desafio da humanidade é a preservação do meio ambiente, e formulou a encíclica Laudato Si em 2015, que trata do cuidado com o meio ambiente e com todas as pessoas, bem como de questões mais amplas da relação entre Deus, os seres humanos e a Terra.
O nome da Encíclica foi inspirado na invocação de São Francisco “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas, recorda que a terra, a nossa Casa Comum, “se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe nos seus braços”. Nós mesmos “somos terra” (Gn 2,7). O nosso corpo é constituído pelos elementos do planeta; o seu ar permite-nos respirar e a sua água vivifica-nos e restaura-nos.

O Santuário Nacional está em sintonia com os cuidados pela Casa Comum na preservação do meio ambiente, proclamando o Evangelho da Criação. A arte da cúpula interna retrata os biomas da fauna e flora do Brasil. A arte de Claudio Pastro (1948–2016) sobre o Altar da Casa da Mãe Aparecida retrata a rica biodiversidade brasileira, é um convite a adorar o Criador pelo mistério do Cristo Redentor que faz novas todas as coisas.
Assista à reflexão deste sétimo dia da Novena com o Padre Ferdinando Mancílio
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