Por TV Aparecida Em Arquivo A Atualizada em 10 JAN 2019 - 09H58

TV Aparecida reapresenta especial sobre refugiados venezuelanos em Roraima

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A TV Aparecida reapresenta o especial A Fronteira da Esperança, no programa Arquivo A, nesta quinta-feira (10), às 21h30 . A produção mostra o drama dos refugiados e a ação humanitária da Igreja Católica em Roraima.

Os episódios do Desafios da Igreja, no Arquivo A, mostram a forma como a Igreja Católica atua em temáticas relacionadas aos direitos humanos e à preservação da dignidade das pessoas. Além de levar ao conhecimento dos brasileiros como se dão os trabalhos de leigos, padres, bispos e religiosos que, proclamando a Palavra de Deus, lutam diariamente para vencer os desafios enfrentados pela humanidade.

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A Fronteira da Esperança, produzido pela equipe de telejornalismo da Rede Aparecida de Comunicação, mostra a situação dos venezuelanos que estão sendo obrigados a deixar seu país e buscar refúgio em nações vizinhas. Sem comida, sem remédio, sem direito de ter voz, no Brasil eles atravessam a fronteira, que fica na cidade de Pacaraima, no norte de Roraima, na esperança de encontrar uma oportunidade de trabalho e, assim, além de uma oportunidade de poder recomeçar, poder enviar dinheiro para a família que ficou para trás.

O especial mostra que, ao chegarem ao Brasil, os refugiados se deparam com abrigos lotados, casas com até 30 pessoas ou, em alguns casos, acabam ficando nas ruas e praças. A ausência do poder público brasileiro coloca vidas em uma situação de pura vulnerabilidade social, sujeitos a qualquer perigo, entre eles o tráfico humano e a prostituição. Diante de um cenário de descaso, a única ponta de esperança está no trabalho da Igreja e da sociedade civil, que fazem o que podem na tentativa de lutar pela dignidade do ser humano.

"Todas as reportagens são únicas, especiais e nos trazem uma rica e grande bagagem de crescimento profissional e, ainda mais, pessoal. Mas esse 'Desafios da Igreja', na minha percepção, foi muito tocante. Ver pais, mães, filhos, famílias inteiras que tinham suas vidas estruturadas na Venezuela, sendo praticamente expulsos do seu país de origem, obrigados a fugir da fome e se submeterem a viver em abrigos sem nenhuma infraestrutura, ou mesmo pelas ruas e praças da capital de Roraima, Boa Vista, é muito forte”, diz Talita Galvão, repórter do documentário.


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