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Projeto combate à fome e ajuda os mais vulneráveis no Brasil; veja a reportagem

Com 245 cozinhas solidárias pelo país, o programa produz cerca de 10 mil marmitas por dia

Escrito por TV Aparecida

25 FEV 2026 - 16H15

Reprodução TV Aparecida

A Região Metropolitana de Recife (PE) e diversas cidades do Brasil recebem o Projeto Mãos Solidárias. A iniciativa atua no combate à fome e à desigualdade, reunindo movimentos sociais, entre eles o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O TJ Aparecida trouxe mais detalhes do funcionamento do projeto, que surgiu durante a pandemia de Covid-19.

Paulo Mansan, coordenador nacional da iniciativa e doutor em agroecologia, explicou que a ação foi criada em um contexto de crise sanitária e social: “Assim nasce o Mãos Solidárias, dentro da pandemia, para ajudar no combate à Covid e à fome do povo pernambucano.”

Inspirado na atuação de Dom Hélder Câmara e no trabalho do Padre Júlio Lancelotti, o programa comunitário começou com a iniciativa “Marmita Solidária”, voltada à população em situação de rua.

“Nós já fizemos mais de 5 milhões de marmitas para a população em situação de rua e, além da marmita, outros cuidados, como a distribuição de máscaras, álcool e orientações básicas”, destacou o coordenador.

Atualmente, a rede conta com 45 cozinhas solidárias em Pernambuco e mais de 200 em todo o país, produzindo cerca de 10 mil marmitas por dia. A ação também recebe apoio institucional da Arquidiocese de Recife e Olinda, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), além de doações e trabalho voluntário.

Além do combate à fome, o Mãos Solidárias atua em outras frentes. Segundo o especialista, há uma rede de bancos populares de alimentos abastecida, em parte, por assentamentos da reforma agrária. Durante a pandemia, também foram formadas mais de 400 turmas de agentes populares de saúde básica.

Na área da educação, o projeto afirma ter alfabetizado mais de 12 mil pessoas em capitais do Nordeste, além de São Paulo e Belo Horizonte, por meio da metodologia cubana “Sim, Eu Posso”.

Por fim, o entrevistado ressaltou ainda que as cozinhas e hortas solidárias contribuem para a geração de renda nas comunidades atendidas, com o lema “o povo cuidando do povo”.

Para mais informações, acompanhe a reportagem completa do TJ Aparecida:


“TJ Aparecida”, de segunda a sexta-feira, às 16h45

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