Por Côn. José Wilson Fabrício da Silva, crl Em Artigos

Aparecida, nova Nazaré, casa de Maria

nicho aparecida

Temos vários comentários, livros, artigos, poemas e obras de arte que procuraram expressar, não somente um sentimento afetuoso, mas também, uma consciência de fé muito segura, quanto ao artigo do Credo cristão católico que coloca em nossa boca o seguinte argumento: “E, por nós, homens, e para a nossa salvação, desceu dos céus: e encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem”. Eis o motivo que a teologia se dedica em aprofundar seus estudos sobre a vida e a missão da filha bendita de Joaquim e Ana, dentro da Economia da Salvação.

Não podemos viver um cristianismo sem pensá-lo, como dizia Santo Agostinho: “A fé e a razão são duas asas que nos levam para Deus”. Mistérios da Fé que envolve o poder e a ação da Trindade, não se provam em laboratório, nem pelas avançadas máquinas do mundo da ciência, mas podemos contemplá-los e comentá-los à luz dos métodos lícitos e reconhecidos da teologia. Pensar e crer, assim deve ser; trabalhar e rezar, meditar e aceitar a ação salvadora de Deus no mundo.

Quis o Senhor se revelar, procurando fazer isto da melhor forma possível que achou, afim da humanidade não ter repulsa à sua ação, nem achasse simples demais tal evento, sendo obra de um Deus tão grande. A Virgem Maria participa de uma forma ativa e dinâmica do feitio de Revelação que o Todo-poderoso utilizou afim de fazer-se conhecido pelos homens. Mesmo sendo preparada a uma missão que lhe imprimiria um caráter indelével, como o foi de fato, poderia Deus usá-la, sendo um mero instrumento, e depois deixar que Maria fosse viver sua vida, como se nada lhe tivesse acontecido, inclusive usufruindo dos prazeres mais horrendos do mundo. Porém, não foi assim, porque a Virgem filha de Sião[1] não foi meramente “usada por Deus”, mas obteve a graça de ser colaboradora do Senhor na restauração da vida da humanidade e na morte definitiva do pecado.

A perversidade foi extirpada do processo de concepção e formação dos membros e do gênio sacrossantos de Maria no ventre de Ana. O pecado (ou o domínio propenso para o mal), já nasceu morto como um aborto nas entranhas da esposa de São Joaquim, mesmo sendo ela uma pecadora que achou graça diante de Deus para ser avó de Jesus. Simplificando este argumento teológico delicado e perigoso, podemos dizer: assim como uma mãe grávida esperava um filho e fazia votos de que ele nascesse “todo perfeito”, tendo a consciência de que deveria ser normal em tudo, inclusive nas práticas de pecado, Ana assim esperava no nascimento de qualquer filho que de seu ventre saísse, como todas as mães da Judéia. Mas, Deus permitiu que Maria viesse ao mundo perfeita em tudo, igual a antiga Eva antes da queda, porém sem “a tendência ao pecado”. Sendo assim, Maria tinha uma deficiência aos olhos do mundo infrator, pois disposição à transgressão, frente à ordem natural e divina, não fazia parte do arquétipo genético da filha de Joaquim, pois o protótipo de Maria sem ultrapassar as leis humanas, teve a ação direta das mãos e do coração de Deus.

No nascimento da κεχαριτωμένη[2] se cumpriu a profecia promulgada pelo próprio Senhor: “Porei inimizade entre ti a Mulher” (Gn 3, 15). No fundo, não há muita discordância em relação às traduções[3]. Aqui vemos a grandeza do Senhor na vida da Mãe de Jesus o Cristo. Outro dado que devemos olhar com atenção deve ser colocado sobre o encontro da Virgem Maria com Isabel, grávida também, fruto de um episódio miraculoso. Da esposa de Zacarias nasceu João Batista. A frase a qual nos referimos para que tenhamos aplicação se encontra em São Lucas (1, 43), e conta a satisfação de Isabel pela presença da filha de Santa Ana em sua casa: “Donde me vem a honra que a mãe do meu Senhor me venha visitar?”. Quem fala aqui é aquela que disse: “Isto fez por mim o Senhor, quando se dignou retirar o meu opróbrio perante os homens”[4].

Não nos esqueçamos de que o dogma fundamental de todo o cristianismo é de “Jesus Deus”, o Verbo de Deus encarnado (Jo 1, 14), logo Maria, sua Mãe, é Mãe de Deus ( Lc 1, 43). Trata-se, pois, de algo expresso e claramente revelado por Deus na Sagrada Escritura, confirmado para sempre pela Igreja no Concílio de Éfeso[5] como verdade de fé. Citemos as palavras de São Gregório de Nazianzo do século IV para expressar esta grandiosidade:

O próprio Filho de Deus, que existe desde toda a eternidade, o invisível, o incompreensível, incorpóreo, princípio que procede do princípio, a luz nascida da luz, a fonte da vida e da imortalidade, a expressão do arquétipo, divino, o selo inamovível, a imagem perfeita, a palavra e o pensamento do Pai, vem em ajuda da criatura feita à sua imagem, e por amor do homem se faz homem. Para purificar aqueles de quem se tornou semelhante, assume tudo o que é humano, exceto o pecado. Foi concebido por uma Virgem, já santificada pelo Espírito Santo no corpo e na alma, para honrar a maternidade e ao mesmo tempo exaltar a excelência da virgindade; e assumindo a humanidade sem deixar de ser Deus, uniu em si mesmo duas realidades contrárias, a saber, a carne e o espírito. Uma delas conferiu a divindade, a outra recebeu-a.[6]

Percebemos aqui o grande papel de Maria na história da Salvação, estreitamente unido ao mistério de Cristo e da Igreja. Não temos que perder estas referências essenciais dadas à doutrina cristológica, oferecendo a Mãe de Jesus o justo lugar, descobrindo sua vasta e inesgotável riqueza oferecida ao campo da fé verdadeira.

 

Em Aparecida conseguimos experimentar os aspectos centrais da Mariologia, porque a Igreja Peregrina pode ser facilmente identificada aos pés da Imagem da Imaculada.

Em Aparecida conseguimos experimentar os aspectos centrais da Mariologia, porque a Igreja Peregrina pode ser facilmente identificada aos pés da Imagem da Imaculada. Levando em conta a relação do povo de Deus com os mistérios da fé, a Virgem Mãe recebe um trato específico, porque não se pode negar, até pelos mais ferrenhos críticos, que sua missão na história da Salvação foi e é importante, tornando-se até hoje um fato mistérico, digno de fé, incompreensível à razão humana, mas credível e aceitável ao coração de todo aquele que abraça a mensagem do Evangelho genuíno. O franciscano Raniero Cantalamessa no livro: “Maria um espelho para a Igreja”, afirma que “Nossa Senhora é, antes de tudo, um capítulo da Palavra de Deus”[7]. Seguindo as indicações do Concílio Vaticano II, ajudados pela Lumen Gentium no capítulo oitavo, entendemos o que autor italiano quis apregoar nesta obra:

De fato, chegou o momento de não mais fazer de Maria um motivo de discussão e divisão entre os cristãos, mas sim uma ocasião de unidade e fraternidade entre eles. Maria aparece-nos como o sinal de uma Igreja dos gentios, sendo por isso mesmo o mais forte para a unidade.[8]

Com efeito, o papel que Deus assinala na salvação do mundo com Maria, requer-se dos cristãos, não só uma acolhida e atenção, mas também gestos concretos que se traduzam na vida de todos os batizados. As atitudes evangélicas dAquela que precede a Igreja na fé e na santidade, devem fazer parte da nossa meditação cotidiana, afim de tornar-nos mais parecidos com ela diante de Deus, meta final e desejosa da parte do Senhor para todo o gênero humano. Não há mais tempo de nos apegarmos a ideologias contrárias à própria vontade da Trindade, quando o tema teológico é a pessoa da Mãe de Jesus. Sua missão na Igreja nunca sessou, pois, em toda vida da Comunidade, a Virgem Santa sempre reuniu filhos dispersos e os conduziu a Jesus.

Misteriosamente encontramos em diversas partes do mundo, lugares dedicados à Mãe de Cristo, vistos como oásis para os cristãos sedentos do socorro que vem do alto. Maria conduz todos para seu Filho: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2, 5). O povo acorre a estes centros de peregrinações atraídos pela Virgem Mãe e acaba se encontrando com Jesus Eucarístico nos altares principais dos santuários. Estas mesas sacrificais não cessam de alimentar a todo aquele que se coloca em marcha para receber “o Pão descido do céu” (Jo 6, 51). Repetimos, Aparecida é para todos os devotos um lugar de impacto entre Deus e seu povo, onde Maria é a medianeira. Olhar para pequenina Imagem lá em seu trono, ricamente trabalhado pela oferta generosa dos devotos, é ter a certeza que ali não devemos ter dúvida do amparo divino. As terras de Aparecida foram para nossos antepassados nestes trezentos anos, e é para nós e para as gerações futuras, uma terra hierofânica[9].

Totem marcará 300 dias para o Jubileu de Aparecida (Elisangela Cavalheiro)

Aparecida é a nova Nazaré, prepara por Deus para ser casa de Maria no meio de seu povo, lugar de visitação dos filhos da Igreja, casa de misericórdia, recinto operoso em que o Espírito Santo usa para dar vigor a uma parcela da Igreja Universal, assim como fez em Pentecostes (At 1, 14; 2, 1). Se “Fátima é o altar do mundo”, segundo São João Paulo II, Aparecida tem o manto azul de Maria que cobre todas as raças, povos, línguas e nações. Aqui entendemos, alegoricamente falando, que se o “povo brasileiro é conhecido como um povo hospitaleiro”, deve-se ao fato de sermos a Nação proprietária do manto da Mãe de Jesus. Debaixo deste manto, todos nós queremos estar. Deus tem sempre algo a dizer para cada pessoa em particular que estaciona o trem da vida, nem que seja por uns breves segundos, diante da Virgem de Aparecida e troca olhares com ela. Trago aqui umas das afirmações de Lutero, para ajudarmos nesta reflexão. Mesmo depois de acontecer a revolução de 1517, jamais deixou de ser um defensor e devoto de Nossa Senhora. Vejamos:

Deus não recebeu sua divindade de Maria; contudo, não segue que seja, por conseguinte, errado asseverar que Deus foi conduzido por Maria, que Deus é fruto do ventre de Maria, e que Maria resta a Mãe de Deus. Assim sendo, é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para adormecer por ela, foi alimentado por ela, etc. Igualmente para o Deus e como o Homem: um único ser, um único filho, um único Jesus, e não “dois Cristos”. De tal modo, que sua criança não consiste em dois filhos (...) mesmo que tenha duas naturezas. É um artigo de fé que Maria é a Mãe do Senhor e, ainda, é virgem. (...) Cristo, cremos, saiu de um ventre que deixou perfeitamente intacto.[10]

A Mãe do Senhor exerce uma influência especial no modo de orar dos fiéis. A doutrina e o culto mariano não são frutos de um sentimentalismo. O mistério realizado na Virgem Maria é uma verdade revelada que se impõe à inteligência dos crentes. Aos que são membros da Igreja tem a missão de estudar e ensinar o que o Espírito Santo os conceder para aprofundamento da fé, quanto o assunto de nosso interesse for a união hipostática de Cristo, tendo como protagonistas principais o Pai e Maria.

O Concílio Vaticano II pediu que se evitasse o falso exagero (LG 67), a atitude maximalista que pretende estender a Virgem Mãe as prerrogativas de Cristo e todos os carismas da Igreja. Sempre é necessário manter a infinita diferença que existe entre a pessoa humana de Maria e a pessoa divina de Jesus, mas Jesus não poderia ser um igual a nós sem Maria, nem Maria poderia ser tão importante para Deus e para o mundo, se não fosse em função do próprio Jesus Cristo. Também exortou o Concílio que se evitasse a excessiva estreiteza do espírito minimalista que usa de interpretações exegéticas sobre os atos de culto, pretendendo reduzir, e até retirar a importância da Virgem Maria do Plano Divino da Salvação; assim como sua virgindade perpétua, sua santidade da vida e sua missão na Igreja, em nome de uma “teologia sadia”. Não nos esqueçamos de que o Vaticano II nos oferece um critério de discernimento majestoso que nos permite discernir sobre a autêntica doutrina mariológica: “Na santa Igreja, Maria ocupa o lugar mais alto depois de Cristo, e o mais próximo de nós” (LG 54).

Aqui nasce a necessidade de olhar para a Mariologia, acolhendo-a enquanto ciência e não um apêndice da Teologia. Tem um princípio próprio e fundamental que a faz distinguir formalmente das outras partes da Teologia. É a reflexão mariológica como uma fonte de unidade de todas as verdades cognoscíveis sobre a Mãe de Deus. Isto não é e não foi tão fácil! Até mesmo os teólogos cristãos se dividiram quando se falou deste assunto, ao pretender elevar a mariologia à categoria de ciência.

Aspiremos sempre a meditação sobre a importância da Virgem esposa de São José, afim de conhecer seu valor, munidos da Escritura e da magnífica Tradição bi-milenar da Igreja, assistida pelo Paráclito, mediante a ação do Magistério. Se acentuarmos nossa atenção, perceberemos que a Virgem Maria está presente nos três momentos constitutivos dos mistérios do Cristianismo, a saber, a Encarnação, a Páscoa e Pentecostes. A Encarnação aconteceu nela, em sua pessoa, em seu ventre que recebeu Jesus Redentor do mundo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Quanto ao mistério Pascal, ela estava aos pés da Cruz (cf. Jo 19, 25), testemunhando privilegiada e dolorosamente, nossa Redenção, realizada por seu Filho, que destruiu o pecado e fez nova todas as coisas (Ap 21, 5). Também estava ela em Pentecostes, na vinda do Santificador (cf. At. 1, 14), que prolonga na Igreja de Jesus Cristo a Redenção por meio dos Sacramentos. Então, Maria não pode ser excluída por simples gosto reflexivo do mistério do Reino de Deus que foi desejado pelo Pai, inaugurado por Cristo, indo historicamente constituindo-se pela Igreja através da ação do Espírito Santo, que nos encaminha para a realização plena na Eternidade. Por isto, este tema é muito apropriado, para compreendermos o valor da pessoa de Maria em Aparecida, a partir do conceito de Reino de Deus e da Eclesiologia.

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[1]      A Filha de Sião é primeiramente o povo de Israel, simbolizado pela própria cidade de Jerusalém, situada no Monte Sião. Israel, o da Antiga Aliança, pode ainda hoje escutar este convite à alegria, presente em tantos profetas: o Senhor não abandonou o Seu povo; vem a ele para salvá-lo nos apertos da história. O Senhor vem! E Israel, o antigo povo, continua a esperar o Messias prometido, como sinal da proximidade e da salvação abençoada do Senhor Deus. Mas, a Filha de Sião é também a Virgem Maria, que em si sintetiza e personifica o povo da Antiga Aliança. Isto aparece bem claro na Escritura se compararmos a profecia de Sofonias 3,14-17 e Lc 1,26-31. No Novo Testamento a Virgem Santíssima é declarada Filha de Sião, personificação doa antigo povo. Veja só, comparando os textos sagrados segundo Lucas e Sofonias: Sf vv. 14-15: “Rejubila, filha de Sião, solta gritos de alegria, Israel, alegra-te filha de Jerusalém!’ O Senhor revogou tua sentença, eliminou teu inimigo. O Senhor está no meio de ti: não verás mais a desgraça”// Lc v. 28: “Alegra-te, Cheia de graça! O Senhor está contigo!” – Sf v. 16: “Naquele dia será dito a Jerusalém: ‘Não temas, Sião! Não desfaleçam as tuas mãos!’”//Lc v. 30: “Não tenhas medo, Maria! Encontraste graça junto de Deus!” – Sf v. 17: “O Senhor, o teu Deus, está no meio de ti, um herói que salva!”// Lc v. 31: “Eis que conceberás no teu seio (= dentro de ti, em ti) e darás à luz um filho, e o chamarás com o nome de Jesus (= o Senhor salva)!” Eis, portanto: Maria Virgem é personificação do Antigo Israel, mas é também prenúncio do Novo Israel, que é a Igreja: ela e a Igreja são a Mulher prenunciada por Gn 3,15, presente em Jo 2,4; 19,26; Gl 4,4; Ap 12,1ss. Aqui, damos um passo adiante: a Filha de Sião é a Igreja, prefigurada em Maria Virgem e Mãe: o Senhor que habitou no seio da Virgem promete que habitará sempre no seio da Virgem Igreja, Sua Esposa: “Eu, o Senhor, vou morar em teu meio!” Por isso a esperança, por isso a certeza da Mãe Igreja e de cada um de nós, seus membros e seus filhos: o Senhor está conosco! Mesmo nos maiores apertos da vida o Senhor Salvador que veio no Natal cumprindo as promessas antigas, continua no nosso meio, como Ele mesmo prometera: “Eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos!” (Mt 28,20). É Ele que a Igreja espera, pois já conosco, manifestar-Se-á em glória no Seu Dia, Dia eterno, Dia bendito, Dia de salvação perpétua! Então, coragem: “Erguei-vos e levantai a cabeça, pois a vossa libertação está próxima!” (Lc 21,28). (Palavras de Dom Henrique Soares da Costa – Bispo diocesano de Palmares – PE).

[2]             Cheia de Graça.

[3]             Talvez é uma coisa boa ter presente, a forma verbal desse vocábulo, isto é, estamos diante de um particípio passivo. A voz passiva sublinha o fato de tratar-se de algo “sofrido”, isto é, não é a pessoa mesma que faz a ação, mas sofre a ação. Portanto, Maria foi “enchida” de graça! Este Dom não é algo que é inerente a ela mesma, mas foi um favor especial dado pelo próprio Deus.

[4]             Lc 1, 25. O verbo grego usado é πεποίηκεν (pepoiēken). É um perfeito indicativo do verbo “poieo”, fazer. É evidente que tem uma diferença entre os dois termos usados. Um verbo especial é usado para descrever o que aconteceu com Maria, pois quem dela nascerá é muito maior do que João Batista.

[5]             Ano 431 d. C.

[6]             LITURGIA DAS HORAS SEGUNDO O RITO ROMANO. I Tempo do Advento e Tempo do Natal. Petrópolis: Vozes, 1999, pp. 130-131.

[7]             Cf. CANTALAMESSA, Raniero. Maria, um espelho para a Igreja. 14ª ed. Aparecida: Santuário, 2016, p.5.

[8]             Id. p. 7.

[9]             Hierofania (do grego hieros (ἱερός) = santo, sagrado; faneia (φαίνειν) = manifesto) pode ser definido como o ato de manifestação do Sagrado.

[10]             Martin Luther. – in: J. Pelikan (trad. ing.). LW-Luther’s Work. 1955, vol.11, pp.319-320; e (…) vol.6. p.510.

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