Por Dom Raymundo Card. Damasceno Assis Em Homilias Atualizada em 02 OUT 2017 - 17H44

Sábado da 20ª Semana do Tempo Comum – 23/8/2014

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SÁBADO DA 20ª SEMANA DO TEMPO COMUM – 23/8/2014

100 ANOS DA FUNDAÇÃO DA “FAMÍLIA PAULINA”

SANTA ROSA DE LIMA -  PADROEIRA DA AMÉRICA LATINA

Celebram, hoje, no calendário da Igreja a festa de Santa Rosa de Lima, nascida no Peru e foi a primeira santa americana canonizada. Professou na ordem dominicana e dedicou grande parte de sua vida ao cuidado dos pobres.

Acolhemos, hoje, com muita alegria no Santuário Nacional a  peregrinação da Família Paulina que celebra o centenário de sua fundação  pelo Bem-aventurado Padre  Tiago Alberione, no dia 20 de agosto de 1914.

A Família Paulina começou com os padres e irmãos Paulinos, seguida pela fundação de quatro congregações femininas com finalidades próprias, diversas e independentes uma das outras: Irmãs Paulinas; Irmãs Discípulas; Irmãs Pastorinhas; Irmãs Apostolinas.  Tiago Alberione fundou  ainda a União dos Cooperadores Paulinos e diversos Institutos. A Família Paulina tem o mesmo ideal da santidade e de apostolado: levar Jesus Cristo a todos as pessoas por meio de várias formas de comunicação social: a imprensa, o rádio, cinema, televisão, música e outros novos meios de comunicação. “Todos esses meios, dizia  o Pe. Tiago Alberione, são nossos púlpitos, lugares de pregação do evangelho.”

Parabéns a Família Paulina. Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora  e de São Paulo Apóstolo, do bem-aventurado Tiago Alberione, derrame copiosas bênçãos sobre esta grande família paulina que neste ano celebra o centenário de sua fundação.

Faço votos que toda a Família Paulina, fiel ao seu carisma, continue a testemunhar e a anunciar Jesus Cristo Mestre, Pastor, Caminho, Verdade e Vida.

O evangelho que escutamos nos apresenta duas parábolas:  a do tesouro escondido no campo e a do comprador de pérolas. Estas duas parábolas fazem parte das sete parábolas de Jesus, apresentadas por Mateus, no capítulo 13 do seu evangelho, para explicar o reino dos céus. Um homem, talvez um lavrador, encontra um tesouro escondido no campo. Cheio de alegria, vende tudo que possui e compra aquele campo. Um comprador de pérolas  preciosas ao encontrar a pérola de grande valor, que ele procurava durante toda vida, vende todos os seus bens  e compra aquela  pérola.

Ambas as parábolas tem um ponto em comum: a alegria indescritível, a felicidade, que surgem do encontro de um tesouro precioso ou de uma pérola de grande valor.  Para nós cristãos, esta alegria, esta felicidade é a nossa fé em Deus e em Jesus Cristo, que “dá um novo horizonte à vida e, com isso,  uma orientação decisiva.”

O Documento da V Conferência, em Aparecida, afirma que “conhecer Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça e transmitir este tesouro aos demais  uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher” (DA 18). O discípulo missionário de Jesus Cristo não deve ser uma pessoa triste, amarga, frustrada. Ao contrário, o cristão é alegre, esperançoso, porque, como afirma São Paulo, “quem confia em Deus, em Jesus Cristo não fracassará.” (Rm 10,11).

Agradeçamos a Deus  o dom da fé que recebemos no batismo e que ele  nos faça “instrumentos do Espírito Santo na Igreja, para que Jesus Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos.” (DA 14).

 

 

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