Costumeiramente, nós, Missionários Redentoristas, celebramos no Terceiro Domingo do mês de julho o titular da nossa Congregação, ou seja, o Santíssimo Redentor. De modo que essa celebração se torna uma excelente ocasião para evocar a própria razão de ser desta família missionária na Igreja. Confessar e reconhecer Jesus Cristo como o Santíssimo Redentor é centrar toda a nossa vida e missão na pessoa Dele. Por conseguinte, é cultivar uma espiritualidade cristocêntrica, isto é, que tem sua origem e eixo em Cristo sob o enfoque redentivo de sua ação no mundo e para todas as pessoas. A relação intrínseca do redentorista com o Redentor incide na qualidade de sua ação apostólica, pois, o anúncio ao povo de que junto do Santíssimo Redentor a redenção é copiosa ou abundante, exige que isso seja primeiramente experimentado pelo próprio missionário. Na perspectiva da fé e da vida espiritual essa experiência é fundamental para tornar o anúncio vibrante e convincente às outras pessoas. Caso contrário, poder-se-ia considerar que se estaria fazendo uma propaganda enganosa.
Assim, fica evidente que não se trata apenas de uma titulação ou invocação devocional referir-se a Jesus Cristo como o Santíssimo Redentor. Mas é um modo de delinear a própria vida e espiritualidade a partir de quem experimentamos como o transformador e o diferencial da nossa própria existência! É focar o nosso olhar na pessoa de Jesus Cristo, que passou a vida neste mundo fazendo o bem (cf. Atos 10,38), isto é, redimindo ou libertando os sofredores, enfermos, aprisionados, desesperançados e desesperados. Em síntese, a vida do Santíssimo Redentor foi fonte geradora de vida e esperança para quem dele se aproximava e assumia seu projeto e caminho.
Portanto, a vida apostólica dos missionários redentoristas se baseia, se inspira e busca se configurar na maneira de ser de Jesus Cristo, o Santíssimo Redentor da humanidade. Considerando o que Ele disse de si mesmo “o Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para anunciar a boa-nova aos pobres. Ele me enviou para proclamar a liberdade aos presos e a recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos...” (Lc 4,18). De maneira que o anúncio do Reino de Deus deverá ser feito para todos, mas especialmente aos mais pobres e abandonados. Pois tal critério foi dado pelo próprio Deus ao manifestar sua predileção pelos deserdados, a quem ofertou-lhes a redenção abundante a partir do seu amor misericordioso e incondicional!
O Coração de Jesus na ótica de Santo Afonso
Tradicionalmente dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, o mês de junho inspira os cristãos a refletirem sobre o amor misericordioso de Cristo. A espiritualidade de Santo Afonso de Ligório reforça a importância de cultivar uma fé marcada pelo amor a Deus e ao próximo.
Os Redentoristas e os (arce)bispos de Aparecida
O texto destaca a missão dos Missionários Redentoristas em Aparecida desde 1894, ressaltando sua contribuição para a evangelização, acolhida dos peregrinos e unidade com a Igreja na construção do maior santuário mariano do mundo.
Redentorista como continuadores do Redentor
Ser cristão é seguir e tornar Cristo presente no mundo, especialmente pelo serviço aos mais necessitados, como exemplificado pelos Missionários Redentoristas.
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