Olhar o mundo com os olhos de Maria é aprender a enxergar além das aparências. Ela contemplava a presença de Deus nas pequenas coisas do cotidiano, enxergava a vida com os olhos da fé, com esperança e coragem, mesmo em meio às dificuldades de seu tempo. Por isso, em seu rosto materno e sereno, Deus revela o sentido mais profundo da nossa vocação cristã: viver em comunhão, irradiar amor e gerar vida. Desde o seu “faça-se em mim segundo a tua Palavra” (Lc 1,38), ao silêncio de Pentecostes (At 1,12-14), Maria caminha unida ao Espírito Santo e ensina à Igreja o estilo mariano de evangelizar: acolher, escutar, servir e permanecer fiel.
Maria ícone da Igreja
Maria é ícone da humanidade reconciliada, expressão pura de uma vida totalmente mergulhada em Deus. A Igreja, ao olhar para Maria, se reconhece chamada à comunhão e à fidelidade ao amor divino.
Por isso, Cantalamessa a chama “cheia de graça”, o nome que resume sua vocação e define sua identidade. A graça não retira o sofrimento, mas o transfigura. Maria vive a dor, mas confia; caminha entre as sombras, mas guarda no seu coração a luz. No nosso batismo, como explica Bingemer, participamos do mesmo mistério, morrer para o homem velho e renascer na força do Espírito. Ser batizado é permitir que Cristo seja gerado dentro de nós. Nesse sacerdócio comum, Maria é mestra e companheira, oferece sua vida como templo e ensina a entrega. Assim como lembra Kuzma, ela continua a dizer: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5), convite à confiança e ao seguimento de Cristo.
Contemplar Maria não se trata de fechar os olhos aos problemas, mas de encarar tudo com o coração repleto da presença de Deus. É redescobrir a alma da Igreja, materna, eucarística e servidora. Sob o seu manto, a Igreja descobre o caminho da luz em meio às sombras, da esperança nas dores e da ternura no mundo ferido. Em Maria, o divino e o humano se encontram e a vida se revela como dom, graça e missão. Este artigo é, assim, um convite a olhar o mundo com os olhos de Maria e a discernir, à sua luz, o sentido mais profundo da nossa fé e da nossa missão.
O papel de Maria na Sagrada Família
No mês dedicado à Sagrada Família, a liturgia nos recorda que o Filho de Deus entrou plenamente na história humana: nasceu em um lar concreto, entre costumes, afetos e desafios reais.
Maria, Rainha da Paz
O profeta Isaías anuncia o nascimento do Príncipe da Paz (Is 9,5), a tradição reconhece que sua Mãe participa dessa missão de reconciliação, cuidado e paz.
Rogai sempre por nós, ó Santa Mãe de Deus, sobretudo na hora de nossa morte
Na oração da Ave-Maria, queremos enfatizar o porquê da intercessão de Maria e os motivos centrais para pedir sua presença materna na hora de nossa morte.
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