Por Victor Hugo Barros Em Revista de Aparecida Atualizada em 30 OUT 2026 - 11H15

Para Deus, o maior e melhor

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O Santuário Nacional de Aparecida e a Família dos Devotos acolheram, com alegria, o lançamento do Projeto Semear a Palavra, anunciado pelo arcebispo de Aparecida, Dom Mário Antonio, na solenidade da Rainha e Padroeira do Brasil. Trata-se de mais uma etapa do revestimento artístico-arquitetônico da Basílica.

Pelos próximos anos, vamos somar esforços para revestir, com mosaicos inspirados na Bíblia, o teto das naves da Casa da Mãe de Deus e nossa. Ao mesmo tempo, o maior templo mariano do mundo ganhará mais luz e cor com a instalação de vitrais coloridos e a substituição das atuais lâmpadas de vapor por iluminação de led. Não será um trabalho fácil, mas com a bênção do Santíssimo Redentor, a proteção da Senhora Aparecida e a generosidade da Família dos Devotos, conseguiremos fazer florescer, no teto da Basílica, um lindo jardim para aquela que é a mais bela flor criada por Deus.

Trata-se do último projeto concebido pelo artista sacro Cláudio Pastro. Ele o desenhou dias antes de sua internação, em outubro de 2016, quando morreu. Após exaustivos estudos e com a tecnologia agora disponível, o Santuário Nacional inicia esta nova etapa de sua edificação, começada em 11 de novembro de 1955.

Há mais de sete décadas, os devotos de Nossa Senhora Aparecida nunca mais deixaram de erguer o templo, “oração de pedra para os céus, pujante como a fé do povo brasileiro”, como definiu o primeiro arcebispo de Aparecida, Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta.

Antes mesmo da edificação da primeira Capela, na casa dos pescadores, os primeiros devotos começaram a deixar seus donativos, permitindo a construção de uma casa para a pequena Imagem, no alto do Morro das Pitas. O templo foi sendo ampliado, até a construção da igreja que hoje conhecemos como Basílica Histórica, que logo se revelou pequena para a multidão de peregrinos. A partir daí, teve início a construção da Basílica que hoje abriga a Senhora Aparecida.

É verdade que, ao longo do tempo, não faltou quem criticasse o empenho dos devotos em construir este “pedacinho do céu”. Algumas destas críticas se escondem sob o escudo de uma falsa caridade, esquecendo-se de que, hoje, a Casa da Padroeira do Brasil mantém 21 projetos e obras sociais, além de convênios filantrópicos. Ao todo, 94 mil pessoas são atendidas anualmente pelo braço caritativo do templo que, atualmente, está sendo revestido. É a Palavra de Deus, estampada nas paredes da Basílica, que toma forma (cf. Mt 25,35-40).

Esta edição da Revista de Aparecida te deixa ainda mais informado sobre este novo desafio que assumimos. Contamos com a sua ajuda generosa nesta empreitada. Apenas com você, conseguiremos semear a Palavra com luz e cor na Casa de nossa Rainha e Padroeira. Para Deus, o melhor e o maior.

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