A Igreja, povo de Deus a caminho, está vivendo um tempo especial de celebração jubilar. Celebrar os 2025 anos do nascimento de Jesus é um momento oportuno de revisão sobre nossa caminhada de discípulos-missionários do Senhor. O seguimento da pessoa de Jesus é exigente. Por isso, faz-se necessário que alimentemos nossa vida de fé. Entre os muitos elementos que contribuem para o revigoramento de nossa fé está a adoração a Jesus Sacramentado.
A eucaristia faz a Igreja. Ela é, com a Palavra do Senhor, um dos alimentos mais valiosos, que ajuda a renovar todo o ardor missionário da comunidade eclesial. A prática do culto eucarístico na Igreja é bem antiga. Adorar a Jesus Sacramentado é tarefa de todo discípulo do Senhor. Essa prática nos ajuda a viver o ensinamento paulino de buscar as coisas do alto, sem perdermos a consciência de que há muito que se fazer, para que todos se deixem guiar pelos ensinamentos de Jesus.
Entre as muitas iniciativas para a celebração do Ano Jubilar, a adoração ao Santíssimo Sacramento se configura como um momento oportuno de evangelização. Um convite para nos colocarmos na presença do Senhor, pão vivo descido do céu, para prestar-lhe louvor, por ser Ele tão grande intercessor junto ao Pai, de quem nos vêm as mais copiosas bênçãos.
Como todo Ano Jubilar nos convida a viver experiências profundas de conversão, podemos afirmar que o culto eucarístico deve fazer emergir em nossos corações três desejos: despertar na comunidade que presta o culto um desejo sincero de participar da eucaristia e nela receber o Senhor Sacramento; converter-nos para uma prática de evangelização capaz de promover a unidade dos cristãos; dispor-nos ao serviço dos mais pobres e abandonados, para que as injustiças sociais sejam banidas de nosso meio.
Adoremos a Jesus e sejamos mais solidários. Busquemos ao Senhor Sacramento e nos deixemos em tudo guiar-nos por sua mensagem de amor e fraternidade.
O que significa o pálio?
No próximo dia 29 de junho, data em que a Igreja celebra os Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o arcebispo de Aparecida, Dom Mário Antonio da Silva, recebe o pálio com a imposição do Papa Leão XIV, na Basílica de São Pedro. Derivado do latim, Pallium, o pálio é uma peça de lã em formato de “Y”, sendo uma das insígnias episcopais utilizadas pelos arcebispos e, também, pelo Sumo Pontífice. Usada nas celebrações litúrgicas, ela é colocada sobre os ombros dos arcebispos metropolitanos durante a Celebração Eucarística no Vaticano.
Deus nos confia uma missão e espera nossos frutos
Na série do portal A12 confira a reflexão do Evangelho do 27º Domingo do Tempo Comum, que nos convida à gratidão e a entregar os frutos que Deus espera de nós.
Domingo com o Senhor: responder a Deus com a vida
O Evangelho do 26º Domingo do Tempo Comum convida-nos a pensar sobre a coerência de vida. Reflita com o auxílio do missionário redentorista, Pe. Guilherme Viana, C.Ss.R.
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