Por Luciana Gianesini Em Artigos Atualizada em 24 JUL 2020 - 15H42

Aliança: liberdade ou prisão?

Love You Stock/ Shutterstock
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Fala, Jovens de Maria! Belezinha? Neste mês de julho, a gente continua a nossa Jornada Bíblica aqui no Santuário Nacional, refletindo mais uma parte do que Deus falou à humanidade desde lá do Antigo Testamento.

Nesse mês, a gente é convidado a pensar sobre a “liberdade do serviço”. COMO ASSIM? Não é contraditório falar de liberdade na mesma frase em que se fala de servir? Pois o Nosso Deus está, aqui e aí, pra provar que não!

Acontece que, desde que nós fomos criados, Deus nos fez para sermos livres. Maaaaas, no meio do caminho, teve alguém (que eu não sei “quem fomos”) que quis mais do que Deus já nos havia dado... e foi aí que começou a dar bagunça.

Ora, se Deus criou tudo o que existe entre céus e terra, incluindo nós, humanos, tudo deveria coexistir em perfeita harmonia, certo? Porém, o tempo foi passando e Deus foi percebendo que a coisa se encaminhou para o outro lado, o lado que nos afastava cada vez mais Dele. Aí, como um gesto para demonstrar que o que Ele queria era tão somente o nosso bem, Deus propôs uma aliança para com o povo.

:: Acesse o encarte da Jornada Bíblica de julho

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Aliança? Xiii... Pois é, meus amigos... Aliança! É um negócio que costuma até gerar debate nos relacionamentos, sobre usar ou não, que funciona como "algema de dedo", etc. Mas não é bem assim. Ocorre que todo relacionamento requer que a gente siga pequenas “regras de convivência”, para haver equilíbrio. A mesma coisa é o relacionamento com Deus. E, para representar esse equilíbrio e essa conexão, existem símbolos que representam essa parceria. Pode ser uma joia, uma tatuagem, uma infinidade de coisas.

No caso do Antigo Testamento, até o arco-íris era entendido como sinal dessa parceria entre Deus e os homens. 🌈 Naquela época, essa parceria começou com duas “cláusulas”, por assim dizer: que o povo não honrasse a outros deuses, que não o Único, e que não O invocasse sem motivo justo. Até aí, parecia simples... 🤝

Mas a gente sabe que toda parceria, todo relacionamento, de qualquer natureza, tem suas exigências. Por isso, Deus viu a necessidade do povo e notou que precisava ser mais específico, revelando a Moisés o que conhecemos hoje como os Dez Mandamentos.

“Ah, mas eu não gosto de seguir normas, obrigações...”

Rudall30/ Shutterstock
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Só que, com Deus, a gente entende o quanto isso é importante. E sabe por quê? Porque o COMPROMISSO é o precursor da LIBERDADE. Então, se a gente quiser chamar os Dez Mandamentos de “10 dicas pra ser livre”, tudo certo! Isso porque, na verdade, os Mandamentos que a gente conhece são voltados ao relacionamento que temos entre nós. E é assim que a gente firma um compromisso com Ele! Por isso que eu digo que o relacionamento com Deus não é tanto de “obediência”, mas de liberdade, porque, na verdade, o que não nos leva a Deus, nos torna prisioneiros. Quer ver?

Quantas vezes nós já fizemos algo que foi meio errado e, depois disso, ficamos um tempo remoendo aquilo, com dificuldade pra dormir, chateados...? Muitas, né? Pois é, ficamos presos naquele erro até que a gente fosse lá e consertasse, com um pedido de desculpas ou, enfim, fazendo o que devia ter sido feito logo no início.

Assim, a gente entende que, para vivermos bem, em paz com a gente mesmo, com os outros e com Deus, é muito mais fácil observar primeiro aquilo que Deus nos pede desde aqueles tempos. “Ah, mas eu tenho que lembrar sempre de todos os dez mandamentos?” Que nada! Se a gente se lembrar de apenas dois, todos os outros já estão no pacote:

❣️ Amar a Deus sobre todas as coisas;

❣️ Amar ao próximo (ou seja, todo mundo) como a si mesmo(a).

Resumindo: Siga aí na parceria com o Pai do Céu, trate bem a todas as pessoas, do mesmo jeito que você quer ser tratado(a) e siga em frente na sua jornada!

LEIA MAIS:

:: Deus castiga? A resposta está no Código da Aliança

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