Por Laura Galvão Em Notícias Atualizada em 12 OUT 2018 - 14H42

Jovens fazem romaria a pé até o Santuário de Aparecida

Todos os anos, milhares de pessoas fazem romarias a pé para o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Claro que, dentre tantos devotos, encontramos muitos jovens que também topam esse desafio.

Fomos à beira da Rodovia Presidente Dutra, caminho para o Santuário Nacional, para conversar com essa galera. Se liga nas histórias que descobrimos!

Vanessa Andrade, São José dos Campos (SP)

Laura Galvão
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Eu sempre fui devota de Nossa Senhora. Ano passado eu vim pra fazer um pedido e esse ano consegui trazer meu marido. O pedido ainda não foi realizado, mas a gente veio pra agradecer, porque Nossa Senhora tem dado muita força pra nós. Estou com chinelo, com meia, mas meu pé tá ardendo parece que está queimando. É cansativo, é desgastante, mas no final vale a pena.

 

Vinícius Rodrigues, Itaim Paulista (SP)

Laura Galvão
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Na caminhada acontece de tudo. Às vezes a gente vem rezando, às vezes conversando pra ver se o tempo passa mais rápido, mas depende do momento. A parte mais difícil são as bolhas, as lesões no pé, a questão muscular, mas mesmo com dor a gente segue em frente.

Eu já fiz essa caminhada no ano passado e foi para agradecer por uma graça alcançada. Agora, nesse ano, é somente pra agradecer mesmo tudo o que eu passei nos últimos tempos. E a primeira coisa que eu quero fazer quando chegar lá é olhar pra imagem e agradecer a chegada.

 

Stephanie Sousa, Santo André (SP)

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Stephanie faz uma experiência diferente de peregrinação. Ela, o noivo e outros membros da família organizam, na beira da Rodovia, uma tenda de apoio para todos os romeiros que vêm a pé.

Todo ano a gente forma uma equipe. Juntos, arrecadamos doações de alimentos, além disso, temos um mercado e também fazemos as doações. Aqui na tenda a gente faz churrasco, espetinho, maionese, arroz, farofa; tem refrigerante, água, suco, fruta, salada de frutas, entre outras coisas.

A cada ano a gente consegue mais coisas pra agregar e essa já é a quinta vez que estamos aqui, sempre no dia 11/10. É muito gratificante. Arrepia de ouvir tantas histórias. E a partir daqui da tenda, eu geralmente termino de seguir esses próximos 4 km a pé.

Quando a gente chega ao Santuário, passamos na imagem e é ali que acaba a romaria. É a fé que move a pessoa e ela chega aonde ela quiser. Enquanto a gente puder, vamos fazer isso aqui.


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