Por Jovens de Maria Em Revista JM Atualizada em 04 OUT 2018 - 10H51

Conheça o testemunho de missionários redentoristas

Pe. Pasquoto e Irmão Alan trabalham para ajudar o próximo e falaram com a Revista JM contando um pouco sobre suas vidas e suas experiências. Acompanhe e inspire-se!


Pe. Alberto Pasquoto nasceu na cidade de Tietê (SP) em 19 de outubro de 1939.

“No dia de minha primeira Comunhão, senti um chamado no coração para ser padre, falar ao povo sobre Jesus. Em 1950, entrei no Seminário menor Redentorista em Aparecida-SP; em 1958 fiz o Noviciado em Pindamonhangaba-SP; fiz os votos religiosos em 02/02/1959. Depois, fui para o Seminário Maior, fiz Filosofia e Teologia. Fui ordenado Sacerdote no dia 01/07/1964, na Igreja Santa Teresinha, em Tietê.”

Atividades pastorais:

  • Professor, formador e promotor vocacional em vários Seminários e comunidades;
  • Missionário nas Missões populares em vários Estados;
  • Coordenador e pregador de retiros e cursos da CRB para Religiosos;
  • Reitor do Santuário Nacional de N. Sra. Aparecida (3 anos);
  • Várias atividades e cargos ligados aos Redentoristas e às igrejas locais;
  • Atualmente trabalha no atendimento dos peregrinos no Santuário de N. Sra. Aparecida, nas Missas, Confissões e programas da TV e Rádio Aparecida, como a Consagração a N. Sra. Aparecida, pela TV e Rádio Aparecida, diretamente da Basílica Velha, às 15h.

“No trabalho pastoral junto aos romeiros, aprendo mais com eles pelos testemunhos e modo simples de se colocarem diante da Imagem e de confiarem a Ela a sua vida.” Pe. Alberto Pasquoto

Testemunho:

Estou com 79 anos de vida, 54 anos de Sacerdote e logo farei 60 anos de Profissão Religiosa na Congregação do SS. Redentor. Sou agradecido e muito feliz por ter servido, como missionário redentorista, em vários trabalhos a serviço do Reino de Deus, em favor da Copiosa Redenção.

Agradeço Àquela que me acompanhou e continua comigo, sendo inspiradora, protetora, intercessora e modelo de vida, a Mãe Aparecida, que foi e é sempre o Perpétuo Socorro da minha vida! Obrigado, ó Mãe, por tanto amor e carinho!

1. Os Redentoristas são “guardiões de Nossa Senhora Aparecida”. O que isso significa para você?

Ser guardião da Mãe Aparecida é uma honra, uma graça e uma missão: um apelo para minha vida em imitar Maria no seguimento a Cristo, procurando viver na santidade, e uma responsabilidade de apontar Maria aos romeiros para “fazerem tudo o que Jesus mandar”. Neste ano, como guardião, preocupo-me em propor um restauro da vida, assim como a Imagem foi quebrada e restaurada há 40 anos.

2. Como é ter uma vida em comunidade, em prol de todos?

O que me leva a viver em comunidade é o chamado de Cristo para eu estar com Ele, permanecendo no amor Dele e junto com meus confrades, que têm o mesmo chamado. E uma vez que se vive na intimidade com Ele, na oração, refletindo a sua Palavra e participando dos Sacramentos, então somos enviados, em comunidade, a anunciar e testemunhar o amor e a misericórdia do Redentor aos mais necessitados.

3. O que poderia falar da relação Igreja e juventude?

A Igreja de Jesus Cristo é de espírito jovem porque nasceu em Pentecostes com a força do Espírito Santo, que recria e anima os cristãos para viverem a novidade do Evangelho, isto é, viver no amor, para ser um meio de transformação da sociedade.

Tanto a Igreja como a juventude devem se deixar guiar pelo Espírito Santo de Deus, isso também está na Palavra de Deus.

4. Deixe uma mensagem para os Jovens de Maria.

Primeiramente, meus parabéns, jovens, pois buscam em Maria a inspiração de sua vida. Ela é modelo. Ela ama os jovens porque se parecem com o Filho Dela; e por terem a mesma missão Dela: levar Jesus ao outros.

Como jovens de Maria, vocês têm a importante e urgente missão de testemunhar ao mundo uma proposta nova de vida e, assim, buscarem a restauração da sociedade. Que o Espírito Santo inspire e ilumine a cada um de vocês!

Jovens, para realizar esta missão, não se esqueçam do que Maria nos diz: “Façam tudo o que meu Filho disser!” E Jesus diz a cada um de nós: “Permaneça no meu amor para produzir muitos frutos!”

 

Irmão Alan Patrick Zuccherato, 36 anos, nascido em Espírito Santo do Pinhal/SP.

Sou de uma família com valores cristãos e de vivência na comunidade paroquial. Fiz catequese, fui coroinha e convivi na Igreja, nos Grupos de Terço, nas Celebrações, nas Romarias até Aparecida e nas Semanas em Louvor a Nossa Senhora que os Missionários Redentoristas realizavam em minha Cidade.

“Era um garoto que estudava, tinha as paqueras, próprias da idade, convivia com meus amigos. Tudo favoreceu meu discernimento e a tomada de decisão.” Ir. Alan Zuccherato

Participei dos encontros vocacionais e, com 14 anos de idade, ingressei no Seminário Santo Afonso, em Aparecida. Continuei os estudos regulares e o caminho para a vida sacerdotal. Fiz Filosofia, Teologia, o tempo de noviciado. No caminho, tive um período em minha casa, para repensar a vocação e o chamado de Deus ressoou mais forte. Retornei para a Congregação como Irmão Missionário Redentorista.

Tenho a certeza e a alegria de testemunhar que vale a pena ser um Religioso Consagrado e realizarmos nossa missão como Redentoristas.

1. Trabalho solicitado pelo Santuário Nacional?

Por trabalhar na Equipe Missionária, em vários momentos no ano, é solicitada a atuação de nossa equipe junto aos Devotos da Mãe Aparecida. O gratificante e o diferencial é perceber que cada peregrino vem feliz da Vida, porque sabe que esta viagem vale à pena e faz a Vida mais Bendita.

Aqui acontece a experiência do Encontro com Deus através da intercessão materna e bendita da Senhora Aparecida. É um momento de Bênçãos e nos convida à oração. No regresso dessa experiência, o convite é para um novo e forte engajamento nas Igrejas de cada local.

2. Como é no mundo de hoje ter a Missão de seguir e testemunhar os ensinamentos de Cristo?

São muitos os desafios que a atualidade apresenta, até mesmo contrapondo os ensinamentos de Cristo. Mas, por Deus e com Ele, oferecemos a proposta de Vida/Amor, que jamais se acaba e preenche os anseios daqueles que se apoiam em coisas passageiras e que causam frustração.

Por isso faz se necessária uma procura constante de Luz para acertar na Missão.

É preciso ter a certeza da nossa vocação comum, que é a que vale: somos Filhos(as) amados(as) de Deus e, assim, irmãos(ãs) uns dos outros, desejosos de vencer o medo, o individualismo e o comodismo que tanto temos de enfrentar em nossa realidade.

3. O que poderia falar da Relação Igreja e Juventude?

A Igreja acredita e conta com o potencial do Jovem, seus sonhos e anseios, para fazer a diferença acontecer. O Papa Francisco assim diz no livro "Deus é Jovem", numa conversa com Thomas Leoncini - "Deus, portanto, é Aquele que renova sempre, porque é sempre novo: Deus é Jovem!”

Também lembro o Sínodo Ordinário dos Bispos em Roma, que acontece neste mês de outubro. A Igreja quer sentir as "feridas" presentes na Juventude, para animar e renovar suas esperanças. Assim, não passarão pelo mundo como turistas, mas serão protagonistas.

4. Deixe uma Mensagem para os Jovens de Maria:

É preciso ter a convicção de que você Jovem é o sonho, o presente e o agora, enfim é o Amor! Isso lhe dará segurança para fazer as travessias necessárias, olhar um novo horizonte, dando o melhor de si.

Olhe para o passado com gratidão; o presente com fé e o futuro com esperança. Lembre-se do que afirma e pede o Papa Francisco: Não seja um jovem do sofá, acomodado, e saiba que o Jovem evangeliza outro jovem. Por isso, seja um Jovem de Maria!

Abração, Juventude querida, bonita e bacana! Sempre em frente! Valeu!


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