Nascido em Montevidéu, Uruguai, no dia 9 de outubro de 1945, Taiguara Chalar era filho do músico Ubirajara Silva e da cantora Olga Chalar. De origem indígena, seu nome significa “senhor de si”.
Aos 4 anos, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro e começou a compor aos 10 anos, incorporando elementos da guarânia paraguaia, do samba, da bossa nova e do pop-rock.
Gravou seu primeiro álbum em 1965, fortemente marcado pela Bossa Nova. Participou também de vários festivais, musicais e programas da televisão, interpretando composições de Chico Buarque, Vinícius de Moraes e Baden Powell, além de algumas de sua própria autoria.
Desde o início, sua obra mostrava um posicionamento político de esquerda. Seus problemas com a censura do regime militar levaram anos sendo retratadas em muitas obras.
Taiguara faleceu no dia 14 de fevereiro de 1996, desde então, teve alguns lançamentos póstumos, alguns com faixas inéditas, e recebeu homenagens de nomes como Toquinho, Pery Ribeiro, Claudya, Lenine e Guilherme Arantes, que reconhecem sua importância para a história da música popular brasileira.
Sexta-feira Santa: um convite à oração profunda
Na Sexta-feira Santa, somos chamados ao silêncio, à oração e à contemplação da Cruz, onde Jesus Cristo manifesta o amor de Deus ao entregar sua vida por nós.
N30 Especial: "As dores de Cristo são as dores do mundo"
Somos convidados a reconhecer, à luz da cruz de Cristo, as dores do mundo de hoje e a transformar essa contemplação em compromisso com a vida.
Como viver a Páscoa de forma verdadeira?
Um convite ao silêncio, à reflexão e ao recomeço, conduzido com sensibilidade e fé pelo Padre Carlinhos, cuja presença acolhe e toca profundamente o coração.
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