São Luís Maria Grignion de Montfort foi um sacerdote católico que viveu no século XVII e acreditava fielmente que, para alguém ter uma relação íntima com Deus e uma perfeita fidelidade ao Espírito Santo, era preciso ter uma união com a Virgem Maria.
A partir desse pensamento e de uma vida inteira de devoção a Maria, ele criou uma das principais obras de espiritualidade mariana, onde ele aborda e reflete sobre a devoção à Nossa Senhora. A obra se chama “Tratado da Verdadeira Devoção à Virgem Maria”. Leia MaisO que é e como se formou a Mariologia ao longo dos séculos?
O Tratado explica e reflete o significado e a importância da devoção mariana e ainda sugere a Consagração a Jesus Cristo por meio da união e intercessão de Maria.
Separamos alguns pontos fundamentais para compreender o “Tratado da Verdadeira Devoção à Virgem Maria”:
“Escravidão de Amor”: São Luís usa a expressão “escravidão de amor”, para descrever sua entrega total a Maria como um meio de chegar mais perto de Cristo. E essa entrega se dá por práticas de dedicação como a oração do Rosário e se espelhar no exemplo de Nossa Senhora.
Papel de Maria na Redenção: O tratado destaca o papel único de Maria na obra redentora de Cristo, destacando e refletindo sua cooperação íntima e sua mediação entre Deus e o homem. Além de reconhecer a importância a confiança em Maria, como uma mãe amorosa e intercessora de seus filhos.
Aliança com Maria: São Luís propõe a todos que façam uma aliança com Maria, comprometendo-se a seguir seus ensinamentos e a imitar suas virtudes. Explicando que a honra dada a Maria não diminui a glória de Deus, pelo contrário, a exalta.
Ao longo dos séculos, o “Tratado da Verdadeira Devoção à Virgem Maria”, tem sido uma fonte de inspiração para muitos fiéis católicos, entre eles o Papa João Paulo II, que vivenciou os ensinamentos da obra e escolheu como seu lema “Totus Tuus, Mariae”, que significa: “Sou todo teu, ó Maria”.
“Quem encontar Maria, encontrará a Vida [Jesus Cristo]”
São Luís Maria Grignion de Montfort
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