A Quaresma é um tempo de deserto e preparação para a Páscoa, um período para nos levar à conversão. Algumas atitudes, porém, podem desviar o verdadeiro sentido desse tempo; por isso, é preciso observar hábitos que devemos evitar.
É comum escolhermos uma penitência para praticarmos durante o período quaresmal. Entretanto, precisamos observar se estamos fazendo com o objetivo de uma conversão real, ou seja, uma mudança pós-quaresma.
A penitência não deve ser apenas um sacrifício exterior, mas um meio para a transformação do coração. Não adianta deixar de comer chocolate ou de consumir as redes sociais se isso não nos leva a uma maior proximidade com Deus e com o próximo.

Se escolhermos abrir mão de algo, seja alimento, redes sociais ou entretenimento, devemos fazê-lo com alegria e espírito de entrega. Ficar reclamando porque “não posso comer carne” ou “está difícil ficar sem café” também transforma o sacrifício em um peso, em vez de ser um ato de amor a Deus.
Além disso, cumprir “obrigações”, como ir à Missa, rezar mais ou ler a Bíblia apenas porque “tem que fazer” tira o sentido da Quaresma. Essa vivência precisa ser um caminho com Deus e de crescimento espiritual, e não apenas um simples ato cotidiano.
Não esqueça a caridade
A Quaresma não é apenas um tempo de renúncia, mas também de doação. De nada adianta jejuar e rezar se não tivermos um olhar atento para com os que precisam.
Pequenos gestos de amor ao próximo fazem parte da verdadeira vivência desse tempo. Um simples “como você está?” para alguém que precisa conversar pode ser um grande ato de caridade.
Viver a Quaresma apenas no externo
Se a Quaresma não muda nosso coração, nosso olhar sobre o mundo e nossa relação com Deus, então não estamos vivendo de verdade.
A Quaresma é um convite para irmos além das práticas externas e nos deixarmos transformar por Deus. Não é sobre sofrer ou se privar, mas sobre renovar a fé e viver o amor de Cristo de maneira mais profunda.
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