A Igreja no Brasil apresentou o balanço anual do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), revelando como a contribuição dos fiéis se transforma em ações concretas de cuidado com os mais necessitados. A prestação de contas, divulgada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), mostra que, ao longo de 2025, 235 projetos sociais foram apoiados em diversas regiões do país.
Mais do que números, os dados testemunham uma dimensão essencial da vida cristã: a fé que se torna gesto concreto de amor. Cada projeto apoiado representa a continuidade daquilo que celebramos e professamos, tornando visível o mandamento de Cristo: amar o próximo.
O Fundo Nacional de Solidariedade é sustentado principalmente pela Coleta Nacional da Solidariedade, realizada anualmente nas comunidades no Domingo de Ramos. O gesto, vivido no contexto da oração e da conversão quaresmal, ganha alcance missionário ao apoiar iniciativas que promovem a vida.
Essa rede de solidariedade nasce do altar e alcança as periferias humanas, mostrando que a Eucaristia se prolonga na caridade.
Como ensina a Carta de São Tiago, “a fé, se não tiver obras, está completamente morta” (Tg 2,17). Por isso, cada contribuição é uma forma concreta de viver o Evangelho.
A ação do Fundo Nacional de Solidariedade expressa também um princípio central da Doutrina Social da Igreja: a dignidade da pessoa humana deve ser protegida e promovida em todas as circunstâncias.
A caridade cristã não é apenas assistência pontual, mas compromisso com a vida, com a justiça e com o cuidado integral da pessoa.
Ao apoiar projetos sociais, a Igreja realiza sua própria missão, continuando a obra de Cristo, que se aproximava dos pobres, dos doentes e dos esquecidos.
Esse gesto também recorda que a esmola, vivida especialmente na Quaresma, não é apenas renúncia pessoal, mas partilha que gera vida nova para o irmão.
.:: Qual a importância da Coleta da Solidariedade?
A prestação de contas também revela o compromisso com a transparência e a responsabilidade na administração dos recursos. Os projetos passam por rigorosos critérios de seleção, acompanhamento e avaliação, assegurando que as contribuições cheguem a quem mais precisa.
Isso reforça o sentido de comunhão e corresponsabilidade na Igreja: cada fiel participa ativamente da missão quando partilha seus bens.
Quando o fiel participa da Coleta da Solidariedade, ele não realiza apenas uma doação. Ele responde ao chamado do Evangelho. É a fé que se torna amor concreto. É a oração que se transforma em cuidado. É a presença de Cristo que continua viva no mundo por meio das mãos dos seus discípulos.
O Fundo Nacional de Solidariedade recorda que nenhum gesto de caridade é pequeno quando nasce de um coração que vive o Evangelho — e que a Igreja continua sendo sinal da providência de Deus na vida dos mais necessitados.
Fonte: CNBB
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