Seguimos com as formações sobre o Credo Niceno e, desta vez, com a afirmação de nossa fé:
“E subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai.”
Podemos afirmar que a ascensão de Jesus é a plenitude de sua missão terrena.
Após a ressurreição, Ele se apresentou aos discípulos e, diante deles, elevou-se ao céu. Esse momento não é uma partida, mas um glorioso retorno ao Pai, que sinaliza o início do Seu reinado eterno.

No Catecismo, encontramos o seguinte:
“A ascensão de Cristo marca a entrada definitiva da humanidade de Jesus no domínio celeste de Deus, de onde há-de voltar mas que, entretanto, O oculta aos olhos dos homens.” (CIC 665).
Quando o Credo nos diz que Jesus “está sentado à direita do Pai”, isso recorda que Cristo, como Filho de Deus, participa da glória do Pai de forma única. À “direita” simboliza o lugar de honra, de poder e de autoridade.
Isso significa que, no céu, Jesus exerce seu reinado. Ele não está ausente, mas continua a governar, intercedendo por nós.
Está sentado à direita do Pai, em posição de majestade e soberania, e, ao mesmo tempo, continua a ser nosso mediador, conforme ensina São Paulo:
“Pois há um só Deus e também há um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus...” (1Tm 2,5).
A Ascensão não é apenas um retorno de Cristo ao Pai, mas também uma promessa: Ele voltará um dia, para julgar os vivos e os mortos. É, dessa forma, a garantia de que Cristo, mesmo visivelmente ausente, está conosco e intercede por nós junto a Deus.
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